Educação Bilíngue de Surdos (EaD)
Atualizado em 30/01/2026 às 14h22
384 horas
A Distância
17 meses
100
Múltiplos polos
Coordenação: Prof.
Bloco E, Sala 06
O curso de Especialização em Educação Bilíngue de Surdos é uma pós-graduação Lato Sensu da Universidade Federal do Cariri, na modalidade a distância (EaD). Com a intenção de ser uma formação continuada para professores(as), objetiva desconstruir concepções engessadas acerca dos(as) alunos(as) surdos(as) e construir novos discursos, tornando a cultura surda, a língua de sinais e o currículo para as diferenças pilares de práticas pedagógicas inclusivas. Segundo o Projeto Político Pedagógico (PPC), estão previstas inicialmente 150 vagas por ano, distribuídas em cinco polos: Brejo Santo, Crato, Icó, Maracanaú, Mauriti). A carga horária total da pós-graduação é de 384 horas.
Carga Horária
32 horas.
Professores
Ementa
Dinâmica de Integração em diferentes ambientes. Organização de sistemas de EaD: processos de comunicação, processo de tutoria e avaliação. Relação dos sujeitos da prática pedagógica no contexto da EaD. Ambientes Virtuais de Ensino Aprendizagem (AVA): estratégias de interação. Metodologias Digitais. Acessibilidade no Ambiente Virtual e Digital.
Bibliografia
- MACHADO, Dinamara Pereira; MORAES, Márcio Gilberto de Souza.. MAEducação a Distância: fundamentos, tecnologias, estrutura e processo de ensino aprendizagem.. . São Paulo: Saraiva,. 2015
- SIEBRA, Sandra de Albuquerque; MACHIAVELLI, Josiane Lemos. SIntrodução à educação a distância e ao ambiente virtual de aprendizagem.. . Recife: Ed. Universitária da UFPE,. 2015
- CORRÊA, Denise Mesquita.. Introdução à educação a distância e AVEA.. 2ª ed. Florianópolis, IFSC. 2014
- MORAN, José Manuel; VALENTE, José Armando. Educação a distância: pontos e contrapontos.. . São Paulo: Summus,. 2011
- HACK, Josias Ricardo.. Introdução à educação a distância.. . Florianópolis: LLV/CCE/UFSC. 2011
- VIDAL, Eloísa Maia; MAIA, José Everardo Bessa.. Introdução à educação a distância.. . Fortaleza: RDS,. 2010
- LITTO, Fredric M.; FORMIGA, Marcos.. Educação a Distância: o estado da arte.. . São Paulo: Pearson Education Brasil,. 2009
- FOGGETTI, Fernanda; Acessibilidade digital: o que é, importância e quais os tipos? 2022.
Carga Horária
32 horas.
Professores
- CICERA COSMO DE SOUZA
- SUELI FIORAMONTE TREVISAN
Ementa
Produção científica na universidade. Orientação para a produção e interpretação de textos acadêmicos em Português e em Libras. Noções sobre métodos e conhecimento. Normas da ABNT: regras de formatação para trabalhos acadêmicos. Orientações para formatação de trabalhos acadêmicos em português e em Libras (gravados em formato de vídeo).
Bibliografia
Bibliografia não cadastrada.Carga Horária
32 horas.
Professores
- KAROLINE KIST
Ementa
Expressão visual e espacial para comunicação através da Língua Brasileira de Sinais. Introdução ao léxico, fonologia, morfologia e sintaxe da Língua Brasileira de Sinais
Bibliografia
Bibliografia não cadastrada.Carga Horária
32 horas.
Professores
- MARIA CLEIDE DA SILVA BARROSO
Ementa
Conceitos de bilinguismo, biculturalismo e educação bilíngue. Aspectos psicolinguísticos e neurolinguísticos no ser bilíngue. Educação bilíngue para surdos no Brasil: estrutura, legislação, currículo e práticas pedagógicas. A língua de sinais e a língua portuguesa na escolarização de surdos.
Bibliografia
- FERNANDES, E. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2010. LODI, A. C. B.; HARRISON, K. M. P.; CAMPOS, S. R. L. Leitura e escrita no contexto da diversidade. 2ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2004. QUADROS, R. M. . Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BRASIL. Relatório sobre a Política Linguística de Educação Bilíngue ? Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF, MEC/SECADI, 2014. CEARÁ. Secretaria de Educação. Experiências exitosas em educação bilíngue para surdos. CARDINS, G. N. G.; NASCIMEMTO, J. B. M. (Orgs.). Fortaleza: SEDUC, 2011.Ministério da Educação Universidade Federal do Cariri Centro de Educação a Distância - CEAD Pág. 16 DORZIAT, A. Bilinguismo e surdez: para além de uma visão linguística e metodológica. In: SKLIAR, C. Atualidades da educação bilíngue para surdos. Porto Alegre: Mediação, v. 1, 1999. p. 27-40. FERNANDES, S. Letramentos na educação bilíngüe para surdos: caminhos para a prática pedagógica. In: FERNANDES, M. C. L.; MARÇALO, M. J.; MICHELETTI, G. (Org.). A língua portuguesa no mundo. São Paulo: FFLCH, 2008, v. p. 1-30. FERNANDES, S.; MOREIRA, C. L. Desdobramentos político-pedagógicos do
Carga Horária
32 horas.
Professores
- MARIA CLEIDE DA SILVA BARROSO
Ementa
Bases teórico-epistemológicas dos Estudos Surdos. Estudos Surdos na interface com os Estudos Culturais. Conceitos de cultura, identidade, diferença, alteridade, subjetividade, hibridismo, relações de poder, interseccionalidades. Cultura e identidades surdas: fatores teóricos. Artefatos culturais surdos. Identificações e locais das identidades: família, escola, associação, etc.
Bibliografia
- COMPONENTE CURRICULAR: DISCIPLINA: Estudos Surdos em Educação Caráter: Obrigatória Semestre de Oferta: 2025.2 Habilitação: Regime: 2º Semestral/Modular Pré-Requisito: Correquisito: Equivalência: CARGA HORÁRIA Total: 32h Nº Créditos: 2 Teórica: 32h EMENTA: Bases teórico-epistemológicas dos Estudos Surdos. Estudos Surdos na interface com os Estudos Culturais. Conceitos de cultura, identidade, diferença, alteridade, subjetividade, hibridismo, relações de poder, interseccionalidades. Cultura e identidades surdas: fatores teóricos. Artefatos culturais surdos. Identificações e locais das identidades: família, escola, associação, etc. OBJETIVO: ? Conhecer as bases teórico-epistemológicas dos Estudos Surdos na interface com os Estudos Culturais da Educação, por meio de conceitos de cultura, identidade, diferença, alteridade, subjetividade, hibridismo, relações de poder, etc.; ? Relacionar o campo dos Estudos Surdos com o campo dos Estudos Culturais, considerando as interseccionalidades (diferença surda-gênero/relações étnicoraciais/sexualidade/deficiências associadas, entre outras; ? Identificar características da cultura e das identidades surdas, fazendo contrapontos entre abordagem oralista e socioantropológica; ? Explicitar o processo de organização política e de criação de entidades representativas dos sujeitos surdos; ? Conhecer os artefatos culturais que os surdos registraram ao longo da história a partir da sua experiência visual. REFERÊNCIAS BÁSICAS: MATTELART, A.; NEVEU, É. Introdução aos estudos culturais. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. QUADROS, R. M. (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis: Arara Azul, 2006. SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CAMPELLO, A. R.; REZENDE, P. L. F. Em defesa da escola bilíngue para surdos: a história de lutas do movimento surdo brasileiro. Educar em Revista, Curitiba, Edição Especial, n. 2, p. 71-92, 2014. COSTA, M. V.; SILVEIRA, R. M. H.; SOMMER, L. H. Estudos culturais, educação e pedagogia. Revista Brasileira de Educação, n. 23. p. 36-61, 2003. CROMACK, E. M. P. C. Identidade, cultura surda e produção de subjetividades e educação: atravessamentos e implicações sociais. Psicol. cienc. prof. [online]. 2004, vol.24, n.4, pp. 68-77. DORZIAT, A.; MORAIS, M. M.; CARVALHO, L. S. M.; ROMÁRIO, L. Estudos culturais e estudos surdos: aproximações conceituais. In: GONÇALVES, C. C.; ANDRADE, F. C. B. (Org.). Pelas frestas: pesquisas em estudos culturais da educação. 1 ed. Curitiba: CRV, 2019, p. 31-50. HALL, S. A identidade Cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2011. HOFFMEISTER, R. J. Famílias, crianças surdas, o mundo dos surdos e os profissionais da audiologia. In: SKLIAR, C. (Org.). Atualidade da educação bilíngue para surdos. v. 2, Porto Alegre: Mediação, 1999. p. 113-130. KLEIN, M.; FORMOZO, D. Gênero e surdez. Reflexão e Ação, v. 15, p. 100-112, 2007. KLEIN, M.; LUNARDI, M. L. Surdez: um território de fronteiras. ETD: Educação Temática Digital. 01 Jan. 2006. v.7(2), pp.14-23. LARAIA, R. de B. Cultura um conceito antropológico. 14ª Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. LARROSA, J.; SKLIAR, C. (Orgs.). Habitantes de Babel: políticas e poéticas da diferença.Tradução de Semíramis Gorini da Veiga. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011. LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação. Uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997. PERLIN, G. Identidade Surda e Currículo. In: LACERDA, Cristina B. F.; GÓES, Maria C. R. (Orgs.). Surdez: processos educativos e subjetividade. São Paulo: Editora Lovise, 2000. p. 23-28. PERLIN, G. Identidades surdas. In: SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013. p. 51-74. PERLIN, G.; MIRANDA, W. Surdos: o narrar e a política. Ponto de Vista, Florianópolis, n. 05, p. 217-226, 2003. SÁ, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. São Paulo: Paulinas, 2006. SACKS, O. W. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. SANTOS, J. L. O que é cultura? São Paulo: Brasiliense, 2006 (Primeiros Passos), 1ª Ed. 1983.SILVA, T. T. (Org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. 15. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. SILVEIRA, C. H. Representações de surdos/as em matérias de jornais e revistas. Educação: Revista do Centro de Educação UFSM, v. 33, n. 1, p.175-194, 2008. SILVEIRA, Rosa Maria Hessel (Org.). Cultura, poder e educação: um debate sobre estudos culturais em educação. Canoas: Ed. ULBRA, 2005. SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre as diferenças (Org.). 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013. p. 7-32. SKLIAR, C.; LUNARDI, M. L. Estudos Surdos e Estudos Culturais em Educação: um debate entre professores ouvintes e surdos sobre currículo escolar. In: LACERDA, C. B. F.; GÓES, M. C. R. (Orgs.). Surdez: processos educativos e subjetividade. São Paulo: Editora Lovise, 2000. p. 11-22. STROBEL, K. As imagens do outro sobre cultura surda. Florianópolis: UFSC, 2008. THOMA, A. S.; KLEIN, M. Experiências educacionais, movimentos e lutas surdas como condições de possibilidade para uma educação de surdos no Brasil. Cadernos de Educação (UFPEL), Pelotas, v. 36,p. 107-131, maio/ago. 2010.
Carga Horária
32 horas.
Professores
- CICERA COSMO DE SOUZA
- SUELI FIORAMONTE TREVISAN
Ementa
História das pessoas surdas: aspectos clínico, socioantropológico e educacional. O impacto do Congresso de Milão na educação de surdos. Mitos em relação às pessoas surdas e às línguas de sinais. Abordagens educacionais na educação de surdos: Oralismo, Comunicação Total e Bilinguismo.
Bibliografia
Bibliografia não cadastrada.Carga Horária
32 horas.
Professores
Ementa
Aspectos históricos e culturais da escrita. Exploração e uso do sistema de escrita de língua de sinais: uso de softwares de SW. Compreensão dos códigos próprios da escrita de sinais. O alfabetismo na escrita da língua de sinais.
Bibliografia
- WANDERLEY, D. C.. leitura e escrita de sinais de forma processual e lúdica.. 1. Prismas. 2015
Carga Horária
32 horas.
Professores
Ementa
Conceitos de política linguística. Políticas Linguísticas e Subjetividades. Políticas Linguísticas e Ensino de Línguas. Concepção de Política Linguística para a Educação Bilíngue de Surdos.
Bibliografia
- BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico. São Paulo, Parábola Editorial, 56ª Ed. 2015.
- BRASIL. Lei n.º 14.191, de 3 de agosto de 2021. Altera a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para dispor sobre a modalidade de educação bilíngue de surdos.
- BRASIL. Relatório sobre a Política Linguística de Educação Bilíngue ? Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF, MEC/SECADI, 2014.
- GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009
- GOYOS, A. C. S. FERNANDES, S.; JESUS, J. D. Interfaces entre políticas linguísticas e políticas educacionais: reflexões sobre a educação bilíngue para surdos. Educação Unisinos (Online), v. 24, p. 1-18, 2020.
- LIMA-SALLES, Heloisa Maria Moreira (Org). Bilinguismo dos surdos: questões linguísticas e educacionais. Goiania: Cânone Editorial, 2007.
- LODI, Ana Claudia Balieiro. Plurilingüismo e surdez: uma leitura bakhtiniana da história da educação dos surdos. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 3, p. 409-424, set./dez. 2005.
- QUADROS, Ronice Müller de; PATERNO, Uéslei. Políticas linguísticas: o impacto do Decreto 5.626 para os surdos brasileiros. Espaço (INES), v. 1, p. 19-25, 2007.
Carga Horária
32 horas.
Professores
Ementa
Teorias de aquisição da linguagem. Estágios de desenvolvimento linguístico da criança surda. Cognição e linguagem. Universalidade e uniformidade na aquisição da linguagem. O papel da experiência na aquisição. Aquisição da linguagem em língua de sinais comparada às línguas orais. Estudo da aquisição da língua de sinais em diferentes contextos de aquisição: a língua de sinais como língua materna, a língua de sinais como primeira língua e a língua de sinais como segunda língua.
Bibliografia
- FINGER, I.; QUADROS, R. M. (Orgs.).. Teorias de Aquisição da Linguagem. 3. UFSC. 2017
- GROLLA, E.; SILVA, M. C. F.. Para conhecer a aquisição da linguagem.. 1. Contexto. 2014
- QUADROS, R. M.. Educação de surdos: a aquisição da linguagem.. 1. Artmed. 1997
Carga Horária
32 horas.
Professores
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Introdução aos estudos léxico-gramaticais da língua portuguesa na perspectiva de segunda língua. Estudo das principais teorias de aquisição de segunda língua e suas implicações para o professor de Libras.
Bibliografia
- QUADROS, R. M. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília: MEC, 2006.
Carga Horária
32 horas.
Professores
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Currículo e educação de surdos. Pedagogia surda como pressuposto didático-pedagógico. Pedagogia visual. Pedagogia Bilíngue. Trabalho pedagógico surdo. O papel do professor surdo no processo de aquisição de linguagem da criança surda e nos processos didáticos. Língua de sinais, identidade e cultura surdas.
Bibliografia
- ROMÁRIO, L.. Pedagogia surda: cultura, diferença e construção de identidades. 1. Curitiba: CRV. 2018
- QUADROS, R. M.; PERLIN, G. (Orgs.). Estudos Surdos II. 1. Rio de Janeiro: Arara Azul. 2007
- MOREIRA, A. F. B. (Org.). Currículo: questões atuais. 1. Campinas: Papirus. 1997
Carga Horária
32 horas.
Professores
Ementa
Criação e desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em português e em Libras. Normas e orientações.
Bibliografia
- BAUER, M. W.; GASKELL, G. (Orgs.). Pesquisa qualitativa com texto: imagem e som: um manual prático. Tradução de Pedrinho A. Guareschi. 12. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
- COSTA, M. V. (Org.). Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação. 2. ed. Rio de Janeiro: Lamparina Editora, 2007.
- DENZIN; N. K.; LINCOLN, Y. S. (Orgs.). Introdução: a disciplina e a prática da pesquisa qualitativa. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Tradução de Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artmed, 2006.
- CARVALHO, M. C. M. Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e técnicas. 18ª Ed. Campinas: Papirus, 2007.
- COSTA, M. V. (Org.). Caminhos investigativos I: novos olhares na pesquisa em educação. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina Editora, 2007.
- FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. Tradução de Joice Elias Costa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
Nenhum processo seletivo em vigência.