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A Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Federal do Cariri (PROEN/UFCA) está realizando consulta pública sobre proposta de resolução que cria honrarias de distinção acadêmica. Na resolução, são listados os requisitos mínimos para que a o estudante da UFCA possa receber dignidades acadêmicas como Cum Laude, Magna Cum Laude e Summa Cum Laude.   As honrarias serão permitidas de acordo com o desempenho dos estudantes durante a graduação, bem como a atuação em projetos de ensino, pesquisa, extensão, cultura e outros. A titulação será concedida ou não após avaliação de uma comissão específica de cada curso.   A consulta permite que servidores, estudantes, terceirizados e sociedade em geral se manifestem em relação à aprovação dos artigos, além de inscrição de comentários ao texto. O formulário da consulta ficará disponível até o dia 18/11 às 14:00h.   Acesse a proposta original.    Serviço Pró-Reitoria de Ensino (PROEN/UFCA) Tel: 3221-9269    
A Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Federal do Cariri (PROEN/UFCA) recebe, de 12 a 30 de novembro, as solicitações para Colação de Grau sem solenidade referentes ao semestre 2018.2. As solicitações deverão ser feitas através da Plataforma Forms (https://forms.ufca.edu.br/ ) da UFCA. A Colação de Grau (sem solenidade) de 2018.2 será realizada no dia 13 de dezembro de 2018, às 10h, no Auditório Beata Maria de Araújo do Campus Juazeiro do Norte da UFCA. Serviço Pró-Reitoria de Ensino (PROEN/UFCA) (88) 3221-9270
A terceira noite da programação da Mostra UFCA,nesta quarta-feira (7), levou para o auditório Beata Maria de Araújo do campus Juazeiro do Norte discussões sobre análise de materiais e história das universidades. Esteve presente o Reitor da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Ricardo Lange Ness, que voltou de recente encontro, em Brasília, com gestores das universidades públicas brasileiras "novas"/"novíssimas" e ainda com representantes do Ministério da Educação (MEC).   A primeira fala da noite coube ao engenheiro químico Sandro Burgos de Carvalho, que ministrou a palestra "Técnicas e soluções inovadoras para pesquisa de materiais". Sandro - que representa uma empresa alemã de técnicas analíticas, há 20 anos no Brasil - tratou de equipamentos que proporcionam a análise de materiais em escalas menores que as feitas, por exemplo, com microscópios eletrônicos. Esses equipamentos, que utilizam técnicas como fluorescência e difração de raios-x, têm como diferenciais o menor custo financeiro e a simulação de amostras em diferentes cenários de temperatura e pressão: "analisar materiais em escalas tão diminutas, como poucos micrômetros ou mesmo nanômetros, em temperatura ambiente ou em altíssimas temperaturas, permite melhorar a fabricação de vidros, concretos e medicamentos - pela microanálise dos compostos desses materiais - e também simular o comportamento desses compostos em condições de temperatura e pressão distintas da ambiente. Para medicamentos, isso é especialmente interessante, pois mudanças leves de temperatura já são capazes de alterar algumas das suas propriedades e, com isso, alterar também seus efeitos", explicou.    Ainda de acordo com Burgos, essas técnicas não são novas, mas estão sendo bem mais usadas do que foram no passado, principalmente pelos importantes resultados que a indústria vem conquistando com sua aplicação: "Temos equipamentos usados para pesquisas acadêmicas em várias universidades públicas pelo Nordeste do Brasil. As indústrias só compram esses equipamentos porque seus benefícios já foram experimentados nos centros de tecnologia das universidades públicas. É por isso que as consideramos nossas parceiras", disse.   Em seguida, teve início a mesa redonda "Perspectivas da Democracia e o papel da Universidade Pública", formada pelo Reitor da UFCA, Ricardo Ness, pela filósofa professora da UFCA, Camila Prado, e pela pedagoga Zuleide Queiroz, professora da Universidade Regional do Cariri (Urca), da Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (FMJ) e da Faculdade de Juazeiro do Norte (FJN). A mesa foi mediada pelo sociólogo professor da UFCA, Augusto de Oliveira Tavares.Abrindo a mesa, professora Zuleide recordou o surgimento das universidades - que vieram das antigas "escolas de altos estudos" - e lembrou que a presença, no ensino superior, de pessoas com menor representação política ocorreu com séculos de reivindicações e debates em todo o mundo: "Se mulheres e negros analisarem ilustrações que retratam o início do ensino, no tempo de Sócrates, Platão e Aristóteles, talvez não se vejam representados. Esses espaços [universidades] não surgiram pensados para todos. E hoje eu encontro uma plateia plural aqui na UFCA. Isso vem de intensas lutas e é importante que nós nos mobilizemos para que se mantenha", disse. A professora fundamentou ainda prerrogativas das universidades públicas brasileiras que vêm sendo questionadas por parte da população, mas que são legalmente referendadas, como a "liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, II, CF) e a "autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial" (Art. 207, CF): "Não tiramos essas coisas da nossa cabeça. Está tudo na Constituição de 1988. A universidade, hoje, é um lugar de estímulo à criação cultural, ao desenvolvimento do espírito científico e ao pensamento reflexivo. É um lugar de debate permanente", afirmou.Complementando a primeira fala, Camila Prado disse que o ambiente de desconfiança que se instaurou no Brasil não ameaça a democracia em si, mas um projeto democrático que vinha sendo perseguido: "a democracia nunca se consolidou de todo no Brasil, mas nós acumulamos algumas conquistas e é isso que está em risco agora. Lembrando o que dizia Florestan Fernandes, não existe Estado democrático sem educação democrática", argumentou. Ainda sobre o surgimento das universidades no mundo, a professora explicou a origem do termo "universidade":  a primeira universidade do mundo, a de Bologna, surgiu no século XI, sob o título universitas scholarium, ou 'universo de estudantes'. Esse scholarium vem da palavra grega scholé, que significa 'lugar de ócio'. Esse 'ócio' se opõe a 'negócio', ou seja, o tempo na universidade é diferente do tempo do trabalho. A universidade, então, começa abertamente elitista. Só com a Revolução Francesa começou a se ter uma ideia de universidade para todos, para trabalhadores. No Brasil, já demos muitos passos nesse sentido", disse. Para exemplificar os avanços na democratização do ensino superior no Brasil, a filósofa trouxe dados produzidos pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes): "muitas pessoas ainda reproduzem o pensamento de que a universidade pública deveria cobrar mensalidade porque só consegue estudar lá quem vem de família rica, mas atualmente 65% dos estudantes das instituições federais de ensino superior têm renda familiar abaixo de 1,5 salário mínimo". "Aqui na UFCA, 81% dos nossos estudantes tem renda per capta familiar inferior a R$ 800,00", destacou o Reitor Ricardo Ness, no seu tempo de fala. Para exemplificar como a educação deveria ser vista pela população brasileira, o Reitor citou a filósofa alemã Hannah Arendt, para quem "a essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos": "quando se trata de educação, não há 'gasto', há investimento. Educação não deve ser um privilégio, menos ainda um 'serviço', que se pode qualificar como caro ou barato. Todas as pessoas, na sua formação cidadã, têm direito a ter educação", disse. Para Ricardo, o aumento da quantidade de estudantes com baixa renda familiar nas universidades públicas aumenta também a responsabilidade dessas universidades: "o valor do Auxílio Moradia [concedido a estudantes] é R$ 400,00. Pelo que eu escuto dos beneficiários, dá para fazer muita coisa com essa quantia aqui no Cariri, mas em outras regiões, como no Rio de Janeiro, isso é nada. Precisamos de mais auxílio estudantis, de mais bolsas, ou seja, de mais investimento na universidade. Não sabemos o que nos espera, mas vamos continuar levantando essa bandeira", finalizou.  Acesse fotos da terceira noite da Mostra UFCA. Mostra UFCA   A quinta edição da Mostra UFCA reúne a comunidade acadêmica, até o dia 9 de novembro, para apresentação de ações de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura desenvolvidas, em 2018, tanto na UFCA quanto em instituições de ensino diversas do Cariri. Ao todo, 553 atividades foram aprovadas para compor a programação acadêmica. A organização divulgou, ainda, a programação cultural da Mostra.  Destaque da Mostra UFCA, a Feira das Profissões e Estágios continua, nesta quinta-feira (8), no pátio do campus Juazeiro do Norte. Uma iniciativa da Pró-Reitoria de Ensino (Proen/UFCA) e da Diretoria de Articulação e Relações Institucionais (Diari/UFCA), a Feira das Profissões e Estágios é uma oportunidade para a comunidade conhecer os cursos ofertados pela UFCA e obter informações sobre estágios e mercado de trabalho.      Serviço Secretaria da Mostra UFCA \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. (88) 3221-9425 | 3221-9426 | 3221-9427    
Durantes os dias 07 e 08 de novembro, das 8h às 12h e das 14h às 17h, será realizada a Feira das Profissões, no pátio do campus Juazeiro do Norte da Universidade Federal do Cariri (UFCA). A Feira, que faz parte da programação da V Mostra UFCA, ocorre anualmente, contando com a participação de estudantes do ensino médio de escolas da rede pública e privada da Região. A UFCA, em parceria com as Credes 17, 18, 19 e 20 confirmou a presença de 15 escolas nas atividades da Feira das Profissões, que espera receber, este ano, cerca de 2.800 estudantes. Segundo Laura Hévila, organizadora do evento, o objetivo principal da Feira é aproximar a universidade do ensino básico. "Dar possibilidade que esses estudantes conheçam os cursos ofertados pela UFCA, por meio dos próprios estudantes da instituição é muito importante para o fortalecimento do ensino", afirma. A Feira das Profissões busca também nortear os estudantes na escolha do curso superior, conhecendo seus perfis e sua área de atuação no mercado de trabalho. No dia 08/11 os estudantes visitantes participarão ainda de uma uma palestra vocacional com a psicóloga e professora da Unileão,Thércia Lucena. A atividade será às 9h, no auditório Beata Maria de Araújo. Feira de Estágios No mesmo período ocorre também a Feira de Estágios, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos estudantes visitantes sobre as áreas e locais onde podem atuar no mercado de trabalho de cada profissão na região do Cariri. O estudantes da UFCA também poderão conhecer as principais instituições de estágio e agentes de integração para identificar oportunidades. Estão presentes na Feira para apresentar as instituições e oportunidades de estágio o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Universidade Patativa do Assaré, TV Verde Vale, Faculdade Paraíso (FAP), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Crede), Matrunita da Amazônia Apicultura e Serviço Social do Comércio (SESC).  A Feira das Profissões e a Feira de Estágios são abertas a todos os públicos que tenham interesse em conhecer os cursos ofertados pela UFCA, saber mais sobre o mercado de trabalho ou trocar experiências com os universitários. Confira a galeria de imagens:    Serviço Secretaria da Mostra UFCA
Nesta terça-feira (6), a programação noturna da Mostra UFCA trouxe duas mesas redondas com temas importantes para o ensino superior brasileiro: a interiorização da academia e a atividade científica de mulheres. As palestras ocorreram no auditório Beata Maria de Araújo do campus Juazeiro do Norte da Universidade Federal do Cariri. Antes, na segunda-feira, os temas abordados na programação noturna da Mostra foram "importância da ciência" e "solidariedade no aprendizado".   A primeira mesa da noite desta terça, "Mulheres na Ciência", trouxe como palestrantes três professoras do Instituto de Formação de Educadores da UFCA (IFE/UFCA) - a bióloga Elaine de Jesus Souza, a matemática Anna Karla Silva do Nascimento e a química Tatiana Santos Andrade - e uma professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a física Mirleide Dantas Lopes. Elaine ressaltou a menor visibilidade de mulheres cientistas, se comparada com a de homens pesquisadores, como resultado das históricas desigualdades de gênero. A bióloga aproveitou para apresentar ao público o trabalho de cientistas que, mesmo com atuação relevante em suas áreas, são em geral pouco conhecidas, como Ellen Bolte (que revolucionou as pesquisas sobre autismo), Françoise Barré-Sinoussi (que descobriu o vírus HIV), Rosalind Franklin (que produziu dados sobre o DNA fundamentais para a descoberta da sua estrutura. Esses dados foram usados por pesquisadores homens que, mais tarde, seriam reconhecidos com um prêmio Nobel pelo trabalho, sem o merecido crédito a Franklin) e a brasileira Bertha Luz, bióloga, professora e pesquisadora do Museu Nacional - a segunda servidora pública do Brasil, empossada em 1919.Já a professora Tatiana Santos frisou o destaque que é dado ao papel dos antigos alquimistas nos estudos iniciais de Química, cujas atividades eram muito similares à bruxaria exercida por mulheres: "ou seja, os alquimistas e as bruxas faziam basicamente a mesma coisa, mas apenas as mulheres foram queimadas em fogueiras, enquanto os alquimistas foram considerados gênios e precursores de grandes cientistas". Mirleide, por sua vez, trouxe hipóteses para o menor envolvimento de mulheres nas chamadas Ciências Naturais: "O nosso mundo é definido entre o rosa e o azul, entre desbravadores e flores a serem protegidas. A coragem e a descoberta é destinada aos homens e às mulheres resta o cuidar, como se o ato de cuidar fosse inerente à condição feminina. Não a toa, os cursos em que há presença majoritária de mulheres são formações como Pedagogia ou Serviço Social. Aos homens, cabe estudar Física ou Engenharias", disse. Fechando a primeira mesa, a matemática Anna Karla elencou mulheres com realizações de destaque na área, como Hipátia de Alexandria (a primeira mulher matemática conhecida pela historiografia), Maria Gaetana Agnesi (italiana que nunca conseguiu ser professora da Universidade de Bologna apenas por ser mulher), Sophie Germain (francesa que teve de assumir uma identidade masculina para estudar na Escola Politécnica de Paris) Emmy Noether, alemã que até chegou ser professora da Universidade de Göttingen (enfrentando forte resistência), mas teve que deixar o trabalho para fugir do nazismo; e a iraniana Maryam Mirzakhani, única mulher medalha Fields (o Nobel da Matemática):  "para que vocês observem o quanto a nossa luta é pertinente. Poucos conhecem essas mulheres e há muitas outras que se interessam por Matemática, mas acreditam que não devem estar nessa área por serem mulheres e por não se verem representadas nesse ambiente". Na sequência, houve a formação da segunda mesa da noite, com tema "Importância da Interiorização do Ensino Superior para o Desenvolvimento Regional do Cariri", composta pelo Diretor de Ensino do Instituto Federal de Educação do Ceará campus Juazeiro do Norte (IFCE), o geógrafo Paulo Sérgio Silvino do Nascimento, pelo professor da Universidade Regional do Cariri (Urca), o farmacêutico Irwin Rose Alencar Menezes, e ainda pelo Pró-Reitor adjunto de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPI), Rafael Perazzo.   Em sua fala, Paulo Sérgio trouxe dados importantes sobre a rede federal de educação profissional no Brasil, formada em 2008 a partir dos antigos centros federais de educação (Cefets), de unidades descentralizadas de ensino (Uneds), de escolas agrotécnicas e de escolas técnicas: "Antes [da formação dos institutos federais], era muito difícil jovens pobres no interior do Brasil, sobretudo no interior do Nordeste, chegarem ao ensino superior. Agora, com a rede federal de educação, o ensino superior se capilarizou e hoje consegue penetrar em regiões antes impensáveis. A rede federal de educação já atende 1 milhão de estudantes, em 41 instituições. São 644 unidades ao todo, em 561 municípios, empregando 60 mil servidores em todo país".Complementando a contribuição anterior, o professor Irwin trouxe um estudo sobre os impactos financeiros, no Cariri, da presença das instituições de ensino superior: "considerando apenas os números 'duros' [mais tangíveis], como salário de professores e bolsas concedidas a estudantes, a Urca - pioneira na região - injeta na economia do Cariri, por ano, R$ 27 milhões. A Faculdade de Juazeiro do Norte (FJN) injeta R$ 1,132 milhão. A UFCA, que ainda está em fase de expansão e consolidação, já contribui com R$ 12,4 milhões. Então, a presença de todas as instituições de ensino no Cariri injeta na economia da região valores comparáveis ao que se fatura na tradicional Feira Expocrato. Então, eu também espero que o Brasil siga com essa política de interiorização, porque isso melhora a vida das pessoas, a qualidade dos produtos brasileiros, a responsabilidade e o senso crítico dos cidadãos", disse.    Acesse fotos da segunda noite da Mostra.    Mostra UFCA   O destaque da programação desta quarta-feira da Mostra UFCA será a Feira das Profissões e Estágios, no pátio do campus Juazeiro do Norte. Uma iniciativa da Pró-Reitoria de Ensino (Proen/UFCA) e da Diretoria de Articulação e Relações Institucionais (Diari/UFCA), a Feira das Profissões e Estágios permitirá aos visitantes conhecer os cursos ofertados pela UFCA e obter informações sobre estágios e mercado de trabalho.    A quinta edição da Mostra UFCA reúne a comunidade acadêmica, até o dia 9 de novembro, para apresentação de ações de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura desenvolvidas, em 2018, tanto na UFCA quanto em instituições de ensino diversas do Cariri. Ao todo, 553 atividades foram aprovadas para compor a programação acadêmica. A organização divulgou, ainda, a programação cultural  da Mostra.   Serviço Secretaria da Mostra UFCA \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. (88) 3221-9425 | 3221-9426 | 3221-9427  
O musical Maria dos Prazeres abriu as apresentações culturais da V Mostra UFCA na manhã de hoje (06). A peça, de autoria e direção do professor do curso de Música da UFCA, Ricardo de Castro Monteiro, foi interpretada por estudantes do curso e faz parte das atividades do projeto Núcleo de Teatro Musical, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura (Procult/UFCA). Abordando temáticas como o abuso sexual e empoderamento feminino, Maria dos Prazeres conta a história de uma jovem que, após sofrer assédio do padrasto, foi mandada para fora de casa pela mãe. De acordo com Ricardo, esta apresentação, que teve duração de 30 minutos, é um ensaio para o musical completo, que deverá ser lançado em 2019. As apresentações seguiram durante a manhã com o Duetto Amarula, o grupo Antigar e o Coral da UFCA. Confira a programação para o restante da semana: Quarta-feira, 07 de Novembro 8h30 – Documentário: A Arte e a Ciência da Fotografia (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 1h e 30 minutos 10h10 – Documentário: Tradição e Memória Local – Festa de São João Batista do Distrito Estrela (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 45 minutos 11h10 – Grupo de Percussão e Sopros da UFCA (Auditório Beata Maria de Araújo) Duração - 30 minutos 11h30 – Musical Maria dos Prazeres (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 30 minutos. Manhã e Tarde – Exposição de Fotografias Alternativas e Câmara Escura (Sala 55A) Quinta-feira, 08 de Novembro 8h30 – Grupo Ancestrália (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 45 minutos. 9h30 – Vocal Set (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 1 hora. 11h– Orquestra da UFCA (Auditório Beata Maria de Araújo) Duração – 50 minutos. Manhã e Tarde – Exposição de Fotografias Alternativas e Câmara Escura (Sala 55A) Sexta-feira, 09 de Novembro 8h30 – O Pequeno Príncipe: Entre Livros, Lições e Reflexões (Sala 20) Duração – 02 horas. 8h30 – Projeto Vocalize (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 40 minutos. 9h20 – Elas Sax (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 30 minutos. 10h – Núcleo de Flauta Doce (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 30 minutos. 10h40 – Kariri Sax (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 40 minutos. 11h30 – Camerata Ágio Moreira de Violões (Auditório Bárbara de Alencar) Duração – 25 minutos. 14h – Concerto Didático: Os Dois Lados da Mesma Cortina (G101) Duração – 2 horas. 16h – Oficina: Matrizes rítmicas afro-brasileiras (G101) Duração – 40 minutos. 21h30 - ENCERRAMENTO – Shows Musicais (Hall de entrada do Campus) Manhã e Tarde – Exposição de Fotografias Alternativas e Câmara Escura (Sala 55A)  
Foi divulgada, nesta terça-feira (6), a lista de inscrições homologadas, pendentes e indeferidas no processo seletivo para auxílios concedidos pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae/UFCA), previstos no Edital Unificado 2018. O edital prevê a concessão de Auxílio Alimentação, Auxílio Creche, Auxílio Transporte e Auxílio Moradia, além de isenção no Refeitório Universitário (RU).    De acordo com a Coordenadoria de Atenção e Integração Estudantil da Prae (Caie-Prae/UFCA), a data de publicação da lista de inscrições homologadas estava prevista para 7 de novembro e foi antecipada para hoje. Com isso, os candidatos com inscrição pendente terão prazo maior para regularização, que já começa nesta terça e vai até o próximo dia 12 de novembro. Os candidatos que não complementarem seus documentos no prazo, conforme instruções do edital, terão sua inscrição indeferida.     Acesse a situação de inscrição nos links abaixo: Auxílio Creche Auxílio Alimentação Auxílio Moradia Auxílio Transporte Isenção do RU Serviço Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – (Prae/UFCA) Sala 201, bloco I, campus Juazeiro do Norte Atendimento: das 8h às 12h e das 13h às 17h (segunda a sexta-feira) Telefone: (88) 3221.9363
A mesa diretiva de abertura da quinta edição da Mostra UFCA ocorreu na noite desta segunda-feira (5), no auditório Beata Maria de Araújo do campus Juazeiro do Norte da Universidade Federal do Cariri. Antes, pela manhã, a Mostra já havia iniciado as suas atividades, na Faculdade de Medicina (Famed/UFCA), com o terceiro Fórum de Internacionalização da UFCA. A mesa à noite foi composta pelo Reitor em exercício da UFCA, Robson de Almeida; pelo Pró-Reitor adjunto de Ensino (Proen), Rodolfo Jakov; pelo Pró-Reitor adjunto de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPI), Rafael Perazzo; pelo diretor do Instituto de Formação de Educadores (IFE), Rodrigo Lacerda, e pela Mestre de Cerimônia do Cerimonial e Apoio a Eventos da UFCA (Ceape/UFCA), Débora Bezerra de Menezes. Saudando os presentes, o Reitor em exercício exaltou o trabalho da organização da Mostra: "Não é fácil a organização de um evento dessa magnitude: demanda muitas horas de trabalho e muita dedicação dos envolvidos. Espero que esse evento seja de muito proveito para todas e todos. A programação está riquíssima, tem atividades para todos os gostos, desde a iniciação científica à programação cultural", disse.    Na sequência, os presentes assistiram à palestra "O valor da ciência para a humanidade", ministrada pelo professor de Física da Universidade Federal do Ceará (UFC), Antônio Gomes de Sousa Filho. Antônio criticou ataques comumente proferidos contra a universidade e a pesquisa brasileiras, em especial os que qualificam como "gasto" os investimentos no setor: "O Brasil precisa decidir se quer fazer ciência ou não. A universidade faz muitas coisas boas, mas isso parece não ter eco na sociedade. Para citar um exemplo recente, o que se sabe hoje sobre o Zika Vírus, no mundo todo, é fruto do trabalho de cientistas brasileiros. O Instituto Evandro Chagas, no Pará, já está testando vacinas! Isso não é por acaso. Os investimentos no trabalho desses pesquisadores não foram jogados fora", disse.   Antônio destacou ainda o avanço da ciência como crucial até mesmo para a manutenção da espécie humana: "a humanidade levou 200 mil anos para atingir 1 bilhão de habitantes. Com a escrita (inventada há 5 mil anos) e a consequente transmissão da cultura pelas gerações, nós descobrimos que coisas simples, como lavar as mãos, polpam vidas. Infecções consideradas banais hoje matavam populações inteiras no passado e os antibióticos ampliaram muito a nossa expectativa de vida. Como resultado, só nos últimos 200 anos, nós chegamos a 7 bilhões de habitantes e devemos chegar a 10 bilhões no ano de 2100. Isso só é possível por causa da ciência", afirmou. Ainda de acordo com o professor Antônio, a humanidade precisa se tornar sustentável se quiser sobreviver: "Temos ilhas de lixo no Oceano Atlântico do tamanho do território da França. Qual a nossa legitimidade para fazer isso? Essa arrogância humana pode levar à sua própria destruição. Nós somos frágeis e só podemos viver em condições de temperatura e pressão muito específicas, brutalmente impactadas pelo descaso que temos com o meio ambiente. Então reconhecer essa arrogância é quase uma questão também de sobrevivência para a humanidade".   A programação também contou com a palestra "Aprendizagem cooperativa e solidária como princípio promotor de justiça social", do professor de Química da UFC, Manoel Andrade Neto. Desde 1994, Manoel tem atuado em comunidades de origem popular com o objetivo de formar lideranças e promover o empoderamento comunitário: "Eu sou da comunidade rural do Cipó [em Pentecoste, a 90 km de Fortaleza] e tive oportunidade de entrar na universidade, o que ampliou minha visão sobre o mundo e me fez ter uma promoção social. Não tenho nenhuma formação em Sociologia ou algo do tipo, mas eu tenho profundo interesse em questões mais relacionadas à justiça social porque eu sou fruto do que o conhecimento é capaz de fazer por alguém", disse.   De acordo com o professor, a aprendizagem deve ser cooperativa [reunião de pessoas agindo para um objetivo comum] e solidária [reunião de pessoas em que parte delas define um objetivo e a outra parte, mesmo sem precisar, atua para que ele seja alcançado]: "Eu sou professor e sei que, em toda sala de aula, parte dos alunos fica para trás, não entende o que está sendo dito. Na UFC, metade dos alunos que ingressam em cursos de graduação não concluem a formação. Geralmente, esses alunos que ficam para trás vão perpetuando também uma desigualdade social. Então, eu considero importante estimular a solidariedade no aprendizado. Todo mundo sai ganhando", acredita. Com esse norte, o professor vem defendendo um novo tipo de escola para o Ceará, com foco também nas emoções dos estudantes: "É aí que a aprendizagem funciona. As pessoas são capazes de aprender e meu trabalho tem sido convencê-las disso".Acesse fotos do evento. Mostra UFCA Com o tema "Reflexões e desafios para a promoção da justiça social", a quinta edição da Mostra UFCA reúne a comunidade acadêmica, até o dia 9 de novembro, para apresentação de ações de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura desenvolvidas na UFCA e em instituições diversas do Cariri em 2018. Ao todo, 553 atividades foram aprovadas para compor a programação acadêmica. A organização divulgou, ainda, a programação cultural atualizada da Mostra.   Serviço   Secretaria da Mostra UFCA \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. (88) 3221-9425 | 3221-9426 | 3221-9427      
A programação da quinta Mostra UFCA começou, na manhã desta segunda-feira (5), com evento na Faculdade de Medicina (Famed). O terceiro Fórum de Internacionalização da Universidade Federal do Cariri (UFCA), organizado pela Secretaria de Cooperação Internacional da instituição (SCI), reuniu estudantes estrangeiros que fazem graduação na UFCA e demais interessados no tema. Atualmente, estrangeiros ingressam na UFCA exclusivamente via Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G): uma iniciativa do governo brasileiro que oferece a jovens cidadãos de países em desenvolvimento a oportunidade de realizar graduação em instituições brasileiras.  Durante a manhã de hoje, alguns dos discentes estrangeiros apresentaram informações e curiosidade sobre a história e a cultura de seus respectivos países. Entre as falas dos estudantes, houve uma breve mesa redonda formada pelo titular da SCI/UFCA, David Vieira, pelo professor do Instituto Interdisciplinar de Sociedade, Cultura e Artes (Iisca/UFCA), Francisco José da Silva, e pela a coordenadora do Núcleo de Línguas e Culturas Estrangeiras, ligado à Pró-Reitoria de Cultura (NucLi-Procult/UFCA), professora Isaura Rute de Azevêdo. Francisco José exaltou políticas públicas de aproximação com a África realizadas no Brasil nos últimos 20 anos, como a formalização do Novo Acordo Ortográfico em países lusófonos e o Estatuto de Igualdade Racial, aprovado em 2010. Já a professora Isaura Rute destacou as oportunidades para formação em língua estrangeira oferecidas pelo governo federal na UFCA: "não dá para falar de internacionalização sem passar pelo ensino de línguas estrangeiras. É aí que tudo começa", disse. No momento reservado aos estudantes, alunas de Cabo Verde, de diferentes semestres do curso de Medicina da UFCA, cantaram o hino de seu país e trouxeram informações sobre colonização, política, geografia e turismo da nação africana. Conforme dito na exposição das estudantes, fica em Cabo Verde a primeira cidade construída por europeus nos trópicos: a cidade de Ribeira Grande, rebatizada como Cidade Velha no fim do século XVIII. O título foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Também são destaques turísticos de Cabo verde as ilhas do Sal e da Boa Vista, ambas com águas cristalinas. Com independência recente de Portugal (em 1975), Cabo Verde estabeleceu uma democracia parlamentar em 1991 e é hoje um dos países mais democráticos da África, celebrando até mesmo o "Dia da Democracia", em 13 de janeiro.   Já o arquipélago de Cuba foi representado pelo estudante de Medicina da UFCA, Luis Rubén. Luis trouxe novos olhares sobre o país de Fidel Castro, destacando o pioneirismo de Cuba na América Latina em setores como cinema, radiodifusão e televisão: "Cuba já foi conhecida como a Pérola do Caribe. No início do século XX, tinha uma economia forte, baseada na cana de açúcar. Com a proximidade geográfica dos Estados Unidos, houve grande importação de artefatos tecnológicos para Cuba, mas isso ocorria às custas do endividamento do Estado cubano. Foi também por causa da proximidade com os EUA que a Medicina em Cuba se desenvolveu tanto", explicou. Ainda segundo Luis, Cuba encara o apoio ao programa brasileiro Mais Médicos (que "importa" médicos para suprir a a demanda por profissionais em diversos municípios) como uma das 109 missões médicas cubanas realizadas em 64 países diferentes desde a Revolução de 1959: "Nessas missões, não há a expectativa dos profissionais de retorno financeiro. Encaramos como uma missão humanitária", afirmou. Ainda no Fórum, a estudante de medicina Iniobong Sunday Udom, da Nigéria, apresentou vestimentas e demonstrou uma dança típica de seu país. Na sequência, o consultor em Cooperação Internacional do Ministério da Educação (MEC), Rafael Duarte, deu detalhes do programa PEC-G e destacou o índice de 83% de conclusão dos alunos beneficiados pelo programa. Também prestigiou o evento o coordenador do curso de Medicina da UFCA, prof. Joel Boechat, que falou sobre o desempenho satisfatório dos alunos PEC-G na instituição. As estudantes de Cabo Verde concluíram a programação com cantos, danças e poesia de seu país.Confira as fotos do III Fórum de Internacionalização da UFCA.   Mostra UFCA   Com o tema "Reflexões e desafios para a promoção da justiça social", a quinta edição da Mostra UFCA vai reunir a comunidade acadêmica, de 5 a 9 de novembro, para apresentação das ações desenvolvidas na Universidade Federal do Cariri (UFCA) durante o ano de 2018. Além da apresentação de ações de ensino, pesquisa, extensão e cultura na UFCA, a Mostra promove anualmente minicursos, oficinas e eventos culturais. Ao todo, 553 atividades foram aprovadas para compor a programação acadêmica. A maior parte delas estará concentrada no campus Juazeiro do Norte, mas haverá atividades também nos demais campi. A organização do evento divulgou, ainda, a programação cultural da Mostra. Serviço Secretaria da Mostra UFCA \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. (88) 3221-9425 | 3221-9426 | 3221-9427
A Universidade Federal do Cariri (UFCA), na sua já conhecida defesa pelo ambiente democrático, amanheceu nesta segunda-feira (5) com mais um desafio a superar. Após inscrições homofóbicas e nazistas, o campus Juazeiro do Norte foi novamente atingido com mais uma mensagem de ódio. Mantendo sua coerência por uma cultura de paz, a UFCA manifesta seu repúdio a qualquer incitação à violência, não importa qual seja o alvo.   Como instituição de ensino plural, a UFCA confia na construção do conhecimento como principal arma contra todas as intolerâncias e repudia o combate à opressão com mais violência e mais ódio. A Reitoria da UFCA afirma que todas as inscrições contrárias ao ambiente democrático serão investigadas pela instituição e, comprovada a autoria, terão seus responsáveis punidos com o devido rigor.   A UFCA reafirma ainda que o desafio da conquista da paz é coletivo e construído diariamente por todas e todos nós.
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