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Os discentes recém-ingressos na Universidade Federal do Cariri (UFCA) poderão adquirir seus cartões do Refeitório Universitário (RU) neste mês de março. De acordo com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae/UFCA), a entrega de novos cartões vai ocorrer nos três campi onde a universidade mantém RUs: Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha.   O valor da refeição é de R$ 3,00 para alunos de graduação. Especificamente para estudantes em comprovada situação de vulnerabilidade socioeconômica e também para os que concluíram o ensino médio integralmente em escola pública, a refeição no RU custa menos: R$ 2,00. Para ter direito à tarifa reduzida, é preciso levar cópia do histórico escolar do ensino médio ou documentação que comprove baixa renda. A lista com os documentos necessários pode ser acessada no Portal da UFCA, nas guias "A UFCA", "Organização Administrativa", "Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis", "Editais, Formulários e Resultados" e "Refeitório Universitário".   A entrega dos cartões será entre os dias 11 e 15 de março, nos seguintes locais e horários: Barbalha Guichê de venda de recargas do RU Das 8h às 11h   Crato Secretaria do curso de Agronomia Das 8 às 11h   Juazeiro do Norte Sala de estudos da Biblioteca  Das 9h às 13h30 e das 15h às 19h   Uma vez adquiridos, os cartões do RU são válidos até o término do vínculo estudantil do usuário discente com a UFCA. Dessa forma, estudantes veteranos continuarão acessando normalmente os RUs da UFCA com seus cartões adquiridos em entregas anteriores, sem a necessidade de uma nova retirada.   Serviço Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae/UFCA) Sala 201, Bloco I – campus Juazeiro do Norte (88) 3221-9366 \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  
    Na última quarta-feira (27), a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicou uma entrevista com o presidente da entidade, o Reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Reinaldo Centoducatte. Na entrevista, Reinaldo fala sobre o relacionamento da entidade com o Congresso Nacional, sobre defesa da democracia e também sobre a suposta ideologia das universidades públicas. Confira, na íntegra, abaixo:   Às vésperas de completar 30 anos, a Andifes tem cumprido o papel que motivou sua fundação? RC – Creio que efetivamente sim. A entidade, fundada em 1989, tem realizado um papel importante na criação de um ambiente de interação entre as universidades federais, o que se torna muito saudável e produtivo. A Andifes também consolidou uma postura de interlocução com a comunidade universitária e seus segmentos, com a sociedade, e com o poder público em suas diferentes instâncias, notadamente o governo federal. Devemos uma homenagem aos reitores que tiveram a visão estratégica de criação da Andifes.   Ao longo de três décadas, a Andifes foi protagonista ou auxiliou muitas políticas públicas visando a ampliação e a qualidade do Ensino Superior público e gratuito no Brasil. O que o senhor pode destacar de conquistas desse período? RC – A trajetória de 30 anos da Andifes demonstra o acerto de sua fundação, bem como as suas atribuições, que objetivam, fundamentalmente, o desenvolvimento do ensino superior público de qualidade. Foram muitos os momentos em que a entidade contribuiu para o fortalecimento da educação superior pública no Brasil. Eu destacaria, por exemplo, as ações que desencadearam, no começo dos anos 2000, a expansão e a modernização do ensino superior público no país, inclusive com a criação de novas universidades federais e a interiorização da educação superior pública brasileira. Produzimos estudos técnicos, elaboramos diagnósticos sobre as diferentes realidades regionais, trabalhamos na definição de investimentos e apontamos para a necessidade de novas políticas públicas que oferecessem sustentação ao projeto que veio transformar o cenário da educação superior no País. Posso mencionar, em outro exemplo, as ações objetivando a inclusão social nas universidades públicas. Para isto, estabelecemos amplos debates, envolvendo a comunidade universitária no âmbito do sistema federal de ensino superior, e construímos diálogos com a sociedade brasileira a fim de concretizarmos a democratização do acesso à universidade pública, o que também foi um movimento muito transformador.   Como a Andifes se relaciona com o Congresso Nacional? RC – A Andifes mantém diálogo frequente com os parlamentares que compõem a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, se somando à atuação de cada universidade com as bancadas estaduais. Participamos de reuniões das comissões, não raro somos convidados a compor mesas de debates e audiências públicas sobre temáticas da educação, do ensino público, da ciência e tecnologia, entre outros. Ao longo desses 30 anos, a Andifes participou da elaboração de importantes políticas públicas, a exemplo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), dos Planos Nacionais de Educação (PNE), em 2001 e 2014, e das Leis Orçamentárias Anuais, que participamos da elaboração desde 1995.   A Andifes nasceu no mesmo período em que foi instituída nossa Constituição Federal. Assim como a Carta Magna, é uma defensora da democracia. O senhor acha que os princípios democráticos expressos no texto têm sido cumpridos? RC – É uma feliz coincidência esse simbolismo que aproxima a fundação da Andifes em 1989 à Constituição Federal de 1988, porque são momentos que nos remete ao resgate da democracia no Brasil. Logo, a Andifes nasce naquela atmosfera democrática. Entendo que a jovem democracia brasileira precisa ser aperfeiçoada a partir das transformações que ocorrem na sociedade e das novas demandas políticas e sociais que se apresentam. Creio que os princípios democráticos devem sempre ser respeitados para que possamos alcançar a condição de sociedade desenvolvida sob todos os aspectos.   Como a Andifes está lidando com o novo contexto político? RC – Buscamos atuar com o protagonismo que a sociedade espera do conjunto das universidades federais brasileiras. Ainda durante o processo eleitoral recente, a entidade intensificou os debates no âmbito das instituições federais de ensino superior, e na própria Andifes, apontando para as questões relacionadas à educação, especialmente, e também para os principais aspectos políticos do país. Passadas as eleições, continuaremos a atuar de forma propositiva e dialógica.   Existe risco contra a democracia? RC – As complexidades presentes nas sociedades modernas, mesmo as mais desenvolvidas e maduras, revelam que os processos democráticos possuem diferentes momentos históricos. Cabe à sociedade e suas instituições defender a democracia, permanentemente. As universidades federais são comprometidas com a Constituição Federal e com os direitos humanos.   Existe alguma interferência ou limitação na liberdade de cátedra? RC – A liberdade de cátedra é uma conquista civilizatória. O conhecimento, o saber, e que se desenvolve e se produz por meio da educação, especialmente na universidade, se dá pela pluralidade de ideias, de concepções, que se materializam no processo de ensino e aprendizagem. É uma conquista da sociedade. O próprio Supremo Tribunal Federal já se manifestou sobre o tema, quando deliberou a Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.580, em novembro do ano passado. A Andifes, inclusive, participou da discussão na condição de amicus curiae.   A mídia tem noticiado possíveis mudanças ideológicas para as universidades federais. O que ocorre de fato? RC – A universidade federal não tem uma ideologia e não há, portanto, o que ser mudado. O que há na universidade é uma enorme pluralidade de ideias, que é a sua maior riqueza. A autonomia universitária é um pressuposto constitucional, e a sua defesa incondicional é questão de princípio para a Andifes.   Como está sendo o relacionamento da Andifes com o novo Governo, nesse início de mandato? RC – Assim como em governos anteriores, a Andifes tem dialogado com o atual. Já nos reunimos com o ministro da Educação, com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e com as direções de organismos como Capes e Finep, e pretendemos continuar nesta direção, sempre na defesa da educação pública. As universidades têm compromisso com o ensino público, gratuito e com a qualidade, têm programas estruturantes em andamento, e a Andifes tem propostas para a educação. Essa tem sido nossa agenda nessa interlocução.   A mídia tem especulado em torno das nomeações dos reitores. Como são feitos os processos de escolha do reitor? RC – A escolha dos dirigentes das universidades federais por parte da comunidade universitária segue à legislação, é democrática, legítima, porque expressa a vontade de professores, servidores, técnicos e estudantes. O rito processual posterior à escolha ocorre por meio de lista tríplice, e a expectativa da comunidade acadêmica e da sociedade é que a decisão seja respeitada. A Andifes tem se posicionado firmemente pelo respeito à escolha democrática nas instituições de ensino.   Qual a expectativa sobre a nomeação dos nomes das listas tríplices? RC – Houve respeito em relação à nomeação do reitor José Daniel Diniz Melo, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), escolhido pela comunidade universitária da sua instituição de ensino. Nossa expectativa é que este seja o posicionamento do governo em todos os processos. Ainda estão pendentes as nomeações dos reitores das universidades federais do Triângulo Mineiro (UFTM), da Integração Latino-Americana (Unila), do Cariri (UFCa) e de Viçosa (UFV).   Há alguns dias, o MEC anunciou uma parceria com o Ministério da Justiça para investigar possíveis irregularidades em programas ligados ao Ensino Superior. Como a Andifes recebeu essa notícia? RC – Recebemos sem preocupação. Mais do que qualquer outro órgão público, as universidades são cotidianamente avaliadas e auditadas por suas atividades-meio pelos diversos órgãos de controle do Estado (MPU, CGU, AGU, PGF e TCU) e por suas atividades-fim por entidades como Capes, INEP e CNPq, atestando sempre a excelência dos nossos trabalhos. Nós acreditamos que esses órgãos sempre foram criteriosos no cumprimento da sua missão constitucional. O sistema ainda está continuamente sob olhar de entidades que representam os docentes, técnicos administrativos e estudantes, além de tomar suas decisões sempre em colegiados, a exemplo dos Conselhos Universitários, e manter absoluta disponibilidade de informações para a mídia.   E quanto à questão orçamentária? A Andifes tem divulgado há algum tempo que o orçamento de custeio e investimento das universidades caiu muito desde 2014. Como está a previsão para 2019? RC – A questão orçamentária, as despesas de custeio e os investimentos, é complexa porque existem as especificidades de cada instituição, e porque se trata de recursos para diferentes finalidades. E, de fato, os recursos para o ensino superior público precisam ser elevados, porque se trata de uma área crucial para o país e é uma obrigação do Estado, de acordo com a Constituição, e as universidades públicas são um patrimônio da sociedade brasileira. Na realidade, entre 2012 e 13 os indicadores já sinalizavam que o país enfrentaria uma crise econômica que comprometeria as políticas públicas e os investimentos sociais. E, realmente, a crise veio com todos os seus efeitos nocivos. A LOA define o orçamento geral das universidades federais para 2019, incluindo despesas com pessoal, de aproximadamente R$ 35 bilhões. Em 2018, foi da ordem de R$ 33 bilhões, o que mantém os padrões orçamentários das universidades nos mesmos patamares. Ou seja, ainda não temos perspectivas otimistas para este ano. Mesmo neste cenário, a excelência da gestão das universidades tem respondido positivamente, permitindo que a produção acadêmica seja elevada e que a qualidade do ensino não seja rebaixada.   A Emenda Constitucional 95 é um complicador? RC – Sim. A Emenda Constitucional 95, com o chamado teto de gastos, criada no governo Temer, complicou ainda mais o cenário, porque impacta fortemente a qualidade dos serviços públicos, congelando por 20 anos as despesas primárias do orçamento público, e que impede ou reduz o crescimento real das despesas de custeio e investimentos. Ao limitar os gastos sociais, o ensino superior público é diretamente atingido e perde as condições de crescer e mesmo de manter suas atividades básicas e sua infraestrutura.   Como as universidades estão vivenciando esse momento? RC – Como disse anteriormente, a resposta para essas dificuldades é a qualidade da gestão de cada instituição de ensino, é o planejamento das ações e projeções de cenários, é o equilíbrio financeiro a partir de ajustes de custos, sobretudo dos processos operacionais. Entretanto, as universidades não podem ficar estagnadas pela carência de recursos e passar a sobreviver sempre na emergência. As universidades precisam e, em cumprimento ao Plano Nacional de Educação (PNE), querem crescer, atualizar seus equipamentos, produzir novas dinâmicas acadêmicas, modernizar seus processos tecnológicos, cuidar das pessoas e de suas instalações físicas, para que a atividade-fim – ensino, pesquisa e extensão – atenda plenamente ao que deseja a sociedade.   As doações, a exemplo dos fundos patrimoniais, poderiam ser uma alternativa plausível? Como isso se daria na prática? RC – As contribuições particulares, para além das obrigações do Estado, direcionadas ao desenvolvimento da educação, da ciência, da tecnologia e da inovação é um bom mecanismo em uma sociedade que quer ter qualidade de vida para todos, e é importante para o País que busca crescer socialmente, economicamente, culturalmente, ambientalmente. Existe uma legislação recente que abre a possibilidade e regulamenta as doações para as universidades públicas, ou para projetos específicos das instituições de ensino. O que não pode ocorrer é que as doações venham a substituir a obrigatoriedade do Estado de assegurar o direito de todos à educação. A doação monetária, de equipamentos ou materiais deve ser um instrumento adicional, como ocorre no mundo inteiro, a exemplo dos fundos patrimoniais ligados a Harvard, Yale, Princeton e Stanford. Ainda não existe a cultura entre as elites econômicas no Brasil da doação ou patrocínios às universidades.   Desde o final de 2018, a Andifes está promovendo campanhas nacionais em defesa da universidade federal pública, gratuita e de qualidade. O que tem motivado essas ações? RC – Sempre fizemos campanhas de apresentação da universidade pública, gratuita e de qualidade. O que diferencia essa campanha das anteriores é que as universidades estão atuando conjuntamente, com temáticas comuns a todo o sistema, desenvolvendo as peças em nossas próprias mídias, mostrando a elevada produção acadêmica das universidades federais, o nosso compromisso com a educação de qualidade, e nossa significativa produção de ciência e tecnologia, reafirmando que as universidades federais constituem um patrimônio do povo brasileiro.   Existe uma imensa diversidade e complexidade entre as universidades federais de todo o Brasil. Quais são os ideais que as unem e quais são as principais características do sistema? RC – As especificidades regionais são naturais em um País com as dimensões do Brasil, e elas devem ser preservadas, inclusive aquelas dentro de cada região, já que cada universidade tem uma história e uma vocação independentemente de estar no mesmo estado, por exemplo. Temos universidades centenárias e outras com poucos anos de trajetória. E cada qual possui a sua história, sua organização, os seus quadros de docentes e técnicos, e estão inseridas no contexto de suas respectivas regiões. O que une são as questões gerais como a missão das instituições de oferecer formação acadêmica e promover a cidadania, e o tripé que sustenta as universidades públicas: o ensino, a pesquisa e a extensão. A partir dessa compreensão, e com a interação necessária, construímos a unidade de ação para que possamos crescer e oferecer serviços de qualidade à população.   Como o senhor avalia que seria o Brasil sem as universidades federais? RC – Impensável. Não há, no Brasil, um sistema de formação de recursos humanos, produção de conhecimento, desenvolvimento tecnológico, prestação de serviços à sociedade e promoção da cidadania comparável ao Sistema Público de Universidades Federais. E esse é também um diferencial bastante positivo do Brasil em relação a outros países. E como seriam as universidades federais e o ensino superior se a Andifes não existisse? RC – A Andifes tem a tarefa fundamental de agregar as instituições, respeitando as peculiaridades e as questões exclusivas, para desenvolver estratégias comuns que contemplem o conjunto das instituições. A Andifes organiza o sistema de universidades federais, portanto, dá dimensão nacional e, ao mesmo tempo, capilariza no território brasileiro as políticas públicas de ensino, pesquisa e extensão. Reconhece e confere protagonismo a todas as universidades federais, das mais recentes às mais tradicionais. Esse mesmo sistema interage com a educação básica e auxilia, de maneira fundamental, a saúde pública, além de ser responsável pela maior parte da ciência, tecnologia e inovação realizada no Brasil. Logo, a Andifes cumpre um papel estratégico no desenvolvimento do País. Sem a Andifes não teríamos um sistema simultaneamente coordenado, respeitando e fortalecendo a autonomia de cada universidade.   O que a Andifes projeta para o futuro? RC – São muitos os desafios do ponto de vista econômico e político. Mas estamos sempre motivados para enfrentar as dificuldades. Nós, reitores, temos mandatos, somos passageiros. Temos a clareza de que as universidades federais são instituições permanentes e, portanto, prosseguimos fomentando o diálogo e apresentando proposições que atendam a educação superior pública, sempre em sintonia com os anseios da sociedade brasileira.   Serviço Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) Setor Comercial Sul Q. 1 - Brasília-DF (61) 3321-6341 www.andifes.org.br
Foi divulgado nesta quinta-feira (28) o resultado final do último processo seletivo para o curso de Especialização em Tradução e Interpretação da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ofertando inicialmente 30 vagas, o curso selecionou apenas oito estudantes em um primeiro edital. Com isso, foi lançado outro processo seletivo, cujo resultado é o divulgado agora. Ao todo, sete candidatos foram selecionados neste segundo edital.   Especialização em Tradução e Interpretação de Libras A formação objetiva qualificar profissionais com conhecimento em Libras para atuação como tradutores e intérpretes dessa língua. Ao todo, o curso tem duração prevista de 18 meses, com aulas práticas e teóricas, previstas para ocorrerem às sextas-feiras (das 18 às 22h) e, quinzenalmente, aos sábados (das 8h às 12h e das 13h às 17h). As aulas estão previstas para começar no próximo dia 15 de março, no campus Juazeiro do Norte da UFCA.   Serviço Curso de Especialização em Tradução e Interpretação de Libras Sala 51, Bloco C, Piso Inferior - campus Juazeiro do Norte (88) 3521-9531 \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
22 estudantes que aguardavam vaga no Programa de Auxílio Moradia oferecido pela UFCA foram convocados pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae/UFCA) para receberem o benefício. A lista com os últimos nomes convocados foi divulgada nesta quinta-feira (28).   Pelo Auxílio Moradia, estudantes de graduação em comprovada situação de vulnerabilidade socioeconômica recebem auxílio financeiro para complementar despesas com moradia e alimentação durante todo o período do curso ou enquanto persistirem as condições que ensejaram a concessão.   Para receberem o auxílio, os estudantes convocados devem: - Entregar o Termo de Compromisso (anexo XII do Edital Unificado 2018), - Entregar cópia do cartão do banco ou extrato de conta corrente (nas duas hipóteses, é preciso que os documentos estejam em nome do beneficiário), - Apresentar originais atualizados da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) do beneficiário e de todas as pessoas maiores de 18 anos que viverem no mesmo domicílio que ele, - Apresentar original de Documento de Identificação (no caso dos candidatos que não apresentaram CTPS durante o processo seletivo).   A entrega do Termo de Compromisso e a conferência dos originais ocorrerá entre os próximos dias 11 e 25 de março, nos seguintes locais e horários:   Juazeiro do Norte Sala 201, Bloco I – Prae/UFCA De segunda a sexta-feira, das  8h às 11h e das 13h30 às 20h30   Brejo Santo Secretaria de Documentação e Protocolo (Sedop/UFCA) De segunda a sexta-feira, das 17h às 22h   Serviço Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis  Coordenadoria de Atenção e Integração Estudantil (Caie-Prae/UFCA) Sala 201, bloco I, campus Juazeiro do Norte (88) 3221.9364 \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
A Universidade Federal do Cariri (UFCA) firmou, nesta quinta-feira (28), sua participação no Acordo de Colaboração Técnica em Segurança da Informação e Comunicações com outras 15 instituições. Em conjunto, essas instituições formaram a “Rede Workolab”, que busca promover o desenvolvimento e o aprimoramento da segurança da informação e comunicações, por meio da colaboração interinstitucional.    O Acordo conta com a participação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade Federal do Ceara (UFC), da Universidade Federal do Rio Grande Do Norte (UFRN), da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI), da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Do Piauí (IFPI) – campus Teresina, da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), da Universidade de Pernambuco (UPE), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade Federal do Sul Bahia (UFSB), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e da Empresa Municipal de Informática (Emprel).    Estiveram presentes na assinatura do documento o Reitor da UFCA, Ricardo Ness, o diretor de Tecnologia da Informação da UFCA, Herbert Novais, a coordenadora de Segurança da Informação da UFPE, Rosangela Saraiva e o especialista em Segurança da Informação, também da UFPE, André Souto Soares. Herbert explica que esse trabalho colaborativo entre várias instituições do Nordeste tem a finalidade de trocar experiências e práticas nos diversos eixos temáticos da área de segurança da informação, tais como políticas, planos de gestão, técnicas e ferramentas de tratamento e resposta a incidentes: “essa parceria trará benefícios para que a UFCA desenvolva de forma mais rápida e efetiva o seu sistema de segurança da informação”, afirma.   Compete à UFPE e à UFC, conjuntamente, gerenciar a Rede Workolab. Já a UFRN será responsável pela criação e gestão de um espaço denominado “ColabWiki”, que irá armazenar documentos compartilhados entre as participantes do Acordo. As instituições estabelecem ainda o compromisso de compartilhar documentos e comunicar ocorrências de incidentes ou vulnerabilidade, bem como informar as demais participantes sobre soluções conhecidas para incidentes ou vulnerabilidade de Segurança da Informação e Comunicações. O acordo tem vigência de 5 anos, sendo permitida a prorrogação mediante manifestação dos envolvidos.   Reitor da UFCA assina Acordo de Colaboração Técnica em Segurança da Informação e Comunicações    
A Universidade Federal do Cariri (UFCA) recebe, de 28 de fevereiro a 18 de março, inscrições para o processo seletivo simplificado de professores substitutos nas áreas: Solos, Genética e Melhoramento Vegetal e Clínica Médica/Semiologia /Pneumologia.   De acordo com o edital12/2019, são ofertadas 01 vaga para cada setor de estudos. Os interessados já podem acessar os programas de estudos de cada uma das oportunidades, na aba concursos e seleções, no site da ufca.    A inscrição deverá ser realizada exclusivamente online através da plataforma FORMS/UFCA (Edital 12/2019 Processo Seletivo Simplificado Para Professor Substituto: Formulário de Inscrição).    Acesse o cronograma da seleção.    Serviço Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep/UFCA) Coordenadoria de Admissão e Dimensionamento  Rua Divino Salvador, nº 284, bairro Rosário, Barbalha-CE  (88) 3221-9303  
Segunda, 25 Fevereiro 2019 09:18

RUs da UFCA iniciam uso de copos reutilizáveis

A partir desta segunda-feira (25), as três unidades do Refeitório Universitário da Universidade Federal do Cariri (UFCA) vão oferecer copos reutilizáveis, em vez de descartáveis, para uso durante as refeições no equipamento. O RU é administrado pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae/UFCA), que dispõe de uma coordenadoria específica para organizar a oferta de refeições de baixo custo na universidade. Com orçamento de R$ 240 mil por mês, o RU da UFCA serve, todos os dias, aproximadamente 1700 refeições, considerando almoço e jantar. A UFCA mantém refeitórios nos campi Barbalha, Crato e Juazeiro do Norte.   A substituição dos copos descartáveis por reutilizáveis compõe o segundo objetivo do eixo 1 do Plano de Logística Sustentável da UFCA: "redução do consumo de papel e de copos plásticos". O PLS foi aprovado na UFCA em agosto do ano passado, em obediência ao artigo 16 do Decreto nº 7.746/12, segundo o qual "a administração pública federal direta, autárquica e fundacional e as empresas estatais dependentes deverão elaborar e implementar Planos de Gestão de Logística Sustentável".   De acordo com o coordenador do RU da UFCA, Jefferson Guedes, a substituição dos copos não vai gerar ônus para a universidade, ficando integralmente a cargo da empresa contratada para ofertar as refeições: "As conversas sobre a substituição dos copos descartáveis por copos reutilizáveis começaram em abril de 2018. Não foi possível substituí-los imediatamente porque o contrato entre a UFCA e a empresa fornecedora das refeições previa apenas o uso de copos descartáveis. Fizemos um aditivo ao contrato para possibilitar os copos reutilizáveis", disse. O contrato vigente vai até junho de 2019.   Até a resolução do impasse, foi lançada a campanha  “Adote um copo", que objetivava incentivar os usuários do RU a utilizarem copos próprios, dispensando os descartáveis oferecidos no equipamento. Mesmo com o início da oferta dos copos reutilizáveis, os usuários poderão usar seus próprios copos, desde que sua capacidade seja de até 300 ml: “alguns usuários trazem recipientes maiores para levar suco do RU. Isso pode fazer com que falte suco para outros usuários”, explica Guedes.   A partir desta segunda-feira, após o uso dos copos reutilizáveis, os usuários deverão devolvê-los na estação de lavagem, como já fazem com pratos e talheres. Ainda segundo o coordenador do RU, o início do uso dos copos reutilizáveis antes do começo das aulas (previsto para 11 de março) será importante para testar a mudança em termos logísticos: "testamos os copos para que sejam resistentes e também para que não deixem cheiro. Nesse período inicial de uso, vamos verificar também se os novos copos resistem às temperaturas das nossas máquinas de lavagem, que podem ser altas para o material”, finaliza.     Serviço   Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae/UFCA) Sala 201, Bloco I – campus Juazeiro do Norte (88) 3221-9366 \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
*Atualizada em 25/02/2019, às 18h   A Universidade Federal do Cariri (UFCA) está entre as 120 melhores instituições de ensino do Brasil, segundo os critérios da última edição do Webometrics Ranking of World Universities, publicada em janeiro. O ranking é elaborado pelo Laboratório de Cibermétricas, um grupo de pesquisa do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), o maior órgão público de pesquisa da Espanha. Desde 2004, o levantamento é publicado duas vezes por ano, em janeiro e em julho, considerando a presença das instituições avaliadas na internet, o volume de informações on line disponível sobre elas e a quantidade de artigos científicos de seus pesquisadores entre os 10% mais citados em 26 áreas do conhecimento.   No Ceará, a UFCA é a quarta instituição melhor posicionada na pesquisa, na 119ª posição, à frente da Universidade Regional do Cariri (Urca - na 124ª posição), da Universidade Estadual Vale do Acaraú (Uva - na 171ª posição), da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira  (Unilab - na 179ª posição), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE - na 205ª posição) e do Centro Universitário Leão Sampaio (Unileão - na 274ª posição). Pelo ranking, a primeira, a segunda e a terceira melhores universidades cearenses são, nesta ordem, a Universidade Federal do Ceará (UFC), na 11ª posição, a Universidade Estadual do Ceará (Uece), na 62ª posição, e a Universidade de Fortaleza (Unifor), na 73ª.   O Webometrics Ranking of World Universities listou 1.384 instituições brasileiras. Delas, a primeira da lista é a Universidade de São Paulo (USP), seguida da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laboratório avaliou mais de 28 mil instituições em todo o mundo. Considerando todas elas, a UFCA está na posição 3.679. Na América Latina, a UFCA é a 299ª melhor posicionada.   Serviço Ranking Web of Universities Cybermetrics Lab - CSIC Albasanz, 26-28 28037 Madrid - Espanha \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
A Pró-Reitoria de Cultura (Procult/UFCA) divulgou, nesta quinta (21), a abertura da Chamada para avaliadores de projetos de Cultura e Esporte.  O edital pretende cadastrar servidores para comporem o banco de avaliadores Ad Hoc, a fim de avaliar os projetos do edital de seleção de ações culturais de iniciativa da comunidade acadêmica (edital 10/2018/Procult), e de projetos de esportes (edital 09/2018/Procult).    Poderão se inscrever, para atuar como avaliadores, os servidores, docentes e técnico- administrativos, pertencentes ao quadro efetivo das instuições de Ensino Superior com ensino superior completo e currículo lattes atualizado.    Acesse aqui o edital de Chamada para avaliadores.   Acesse o Formulário de Inscrição.
A unidade de Auditoria Interna da Universidade Federal do Cariri (UFCA) promove, nos próximos dias 27 e 28 de fevereiro, o Café com Auditoria 2019, oferecendo treinamento aos gestores e também aos servidores lotados na auditoria interna da instituição. O  evento terá a participação do auditor Jeferson Alves dos Santos da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL), de Minas Gerais. Confira:   Tema: Gestão de Risco e Controles Internos Participantes: Gestão administrativa e acadêmica Data: 27/02/19 e 28/02/19 Local: sala  i103 - Bloco I, campus Juazeiro do Norte Horário: das 8h às 12h e das 13 às 17h.    Tema: Atuação da Unidade de Auditoria Interna Participantes: Membros da Unidade de Auditoria Interna da UFCA Data: 1º/03/2019 Local: sala  405 - Bloco I, campus Juazeiro do Norte Horário: das 8h às 12h e das 13 às 17h.   
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