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A Universidade Federal do Cariri (UFCA) torna público o resultado preliminar do processo seletivo para os projetos submetidos ao Edital Nº 02/2018/PRPI – Chamada PIICT/Funcap, disponível na página de ações acadêmicas da UFCA.  O período para recursos segue até às 23:59 do dia 08 de agosto de 2018, conforme Aditivo II do referido edital. Mais informações pelo e-mail: \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  
Estão abertas, até o dia 31 de julho, as inscrições para a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista, iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Serão distribuídos aos ganhadores R$ 775 mil em prêmios e bolsas de estudo para instituições, doutores, mestres e estudantes de nível superior e nível médio. Os trabalhos devem ser apresentados dentro do tema da edição deste ano, que é "Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social". Um dos objetivos é incentivar iniciativas voltadas para o desenvolvimento de tecnologias para educação, economia colaborativa e criativa, redes de negócio e empreendedorismo sustentável. Nas categorias "Mestre" e "Doutor", podem concorrer estudantes de mestrado, mestres, estudantes de doutorado e doutores que tenham menos de 40 anos de idade em 31 de dezembro de 2018. Já para a categoria "Estudante do Ensino Superior", podem concorrer estudantes que estejam frequentando cursos de graduação ou que tenham concluído a graduação a partir de 1º de janeiro de 2017 e que tenham menos de 30 anos de idade, também em 31 de dezembro de 2018. Por fim, a categoria "Estudante do Ensino Médio" é destinada alunos regularmente matriculados em escolas públicas ou privadas de Ensino Médio, profissional ou tecnológico que tenham menos de 25 anos de idade, em 31 de dezembro de 2018. Há ainda a categoria "Mérito Institucional'', que premia uma instituição de ensino superior e outra de ensino médio às quais estiverem vinculados o maior número de trabalhos qualificados, apresentados respectivamente nas categorias "Mestre e Doutor'' e "Estudante do Ensino Superior'' e "Estudante do Ensino Médio''. Premiações Categoria Doutor 1º lugar - R$ 35.000,00 2º lugar - R$ 25.000,00 3º lugar - R$ 18.000,00 Para ganhador(es) que estiver(em) cursando doutorado, bolsa com duração máxima de 48 meses e valor mensal R$ 2.200,00. Para ganhador(es) que tiver(em) concluído o doutorado, bolsa com duração de 6 a 12 meses, prorrogáveis por até 12 meses e valor mensal de R$ 4.100,00.   Categoria Mestre 1º lugar - R$ 35.000,00 2º lugar - R$ 25.000,00 3º lugar - R$ 18.000,00 Para todos os ganhadores, bolsa com duração máxima de 24 meses no valor mensal de R$ 1.500,00   Categoria Estudante do Ensino Superior: 1º lugar - R$ 18.000,00 2º lugar - R$ 15.000,00 3º lugar - R$ 12.000,00 Para todos os ganhadores, bolsa com vigência de 12 meses renovável uma única vez pelo mesmo período no valor mensal de R$ 400,00   Categoria Estudante do Ensino Médio: 1º lugar: Notebook 2º lugar: Notebook 3º lugar: Notebook Para todos os ganhadores, bolsa com vigência máxima de 12 meses no valor mensal de R$ 100,00   Categoria Mérito Institucional R$ 40.000,00 - Instituição de Ensino Superior R$ 40.000,00 - Instituição de Ensino Médio   Mais informações: http://www.jovemcientista.cnpq.br/   (Fonte: Prêmio Jovem Cientista – e-mail:  \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )  
A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPI) da Universidade Federal do Cariri (UFCA) torna público o resultado final da análise das inscrições para o Edital Nº 01/2018/PRPI - Chamada PIICT/FUNCAP, disponível em: https://acoesacademicas.ufca.edu.br/index.php/prpi/index/pages/view/resultados
A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPI), da Universidade Federal do Cariri (UFCA), torna público o resultado preliminar da análise das inscrições para o Edital Nº 01/2018/PRPI - Chamada PIICT/FUNCAP, disponível em: https://acoesacademicas.ufca.edu.br/index.php/prpi/index/pages/view/resultados.   O período para recursos será nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2018. Cada recurso deve ser enviado pelo proponente interessado utilizando o modelo disponível no endereço: https://acoesacademicas.ufca.edu.br/index.php/prpi/index/pages/view/downloads   Os recursos deverão ser dirigidos ao Comitê Gestor e encaminhado para o e-mail da Divisão de Fomento à Pesquisa ( \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ), conforme o prazo estabelecido no cronograma do referido edital.   Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
A Universidade Federal do Cariri (UFCA), por meio do Edital N.º 01/2018/PRPI – Chamada PIICT/FUNCAP, publica, nesta quarta-feira, 17, edital para projetos de iniciação científica e tecnológica do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica (PIICT) da UFCA. As inscrições seguem até o dia 2 de fevereiro de 2018 pela plataforma Cadastro Unificado de Ações Acadêmicas. 
Na última sexta-feira, 8 de dezembro, a Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, por meio do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), promoveu o Encontro de Cooperação para a Inovação. No evento, as instituições de ensino superior da região do Cariri tiveram a oportunidade de mostrar para as empresas as tecnologias desenvolvidas através de pesquisas.    Durante o encontro, houve também palestra sobre propriedade intelectual com Maria Aparecida de Souza, diretora técnica de propriedade intelectual da Agência USP de Inovação da Universidade de São Paulo (USP). Na oportunidade, Maria Aparecida também conversou com a Diretoria de Comunicação sobre o assunto. Confira a entrevista:   DCOM - O que é a propriedade intelectual? Maria Aparecida - Na universidade, os nossos pesquisadores estão muito habituados a publicar, a defender tese. É uma rotina habitual. É uma das formas de mostrar o conhecimento para a sociedade para que ele seja útil. Só que há outras ferramentas legais pelas quais a gente também pode levar esse conhecimento para a sociedade. Uma das formas é obter a propriedade intelectual. E como se obtém? Depende do que for criado na universidade. Se criarmos uma máquina, existem mecanismos, por exemplo, patentes para protegermos essa propriedade intelectual gerada. E, aí sim, podemos licenciar para uma empresa, a fim de que a sociedade tenha acesso e, claro, a universidade seja reconhecida por esse trabalho feito e tenha a oportunidade de receber recurso para investir em novas pesquisas. Mais do que isso. Nós desenvolvemos [na USP] tecnologia para doenças negligenciadas, que são aquelas doenças que as grandes empresas não investem, porque o número de pessoas que utiliza determinado medicamento é pequeno. Se a universidade investe nisso e faz uma patente, pode, por exemplo, licenciar gratuitamente para o SUS [Sistema Único de Saúde] para que seja liberado e disponibilizado a toda a população.    Então, a propriedade intelectual, legalmente, é o conjunto de leis que trata de como proteger os resultados desenvolvidos na universidade, os resultados de pesquisa. A pesquisa gera conhecimento, esse conhecimento para virar inovação pode, por exemplo, ser protegido por meios legais usando o sistema de propriedade intelectual. O que nós tentamos fazer é estimular os nossos pesquisadores para que eles saibam que, além de publicar, defender, existem outras ferramentas e que nós queremos valorizar a propriedade intelectual gerada por eles.    DCOM - Então, existem diferentes tipos de propriedade intelectual?   Maria Aparecida - Sim, toda essa orientação é feita pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. A sede é em Genebra, na Suíça. Os países possuem acordos e há definições. Cada país tem sua lei. Nós [no Brasil] temos propriedade industrial, direito autoral, lei para software. De acordo com a natureza da criação, a gente tem tipos de proteção diferentes.    Nós temos o sistema da propriedade intelectual. Dentro desse sistema mais amplo, vamos ter propriedade industrial e dentro de propriedade industrial temos patentes, marcas, desenho industrial, indicação geográfica, segredo industrial. E temos também, dentro do sistema de propriedade intelectual, os direitos autorais. Tem uma lei específica que regula os direitos sobre criações do espírito humano [definição da Lei do Direito Autoral - Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998]. Então, livro, música, partitura, vídeos, roteiros de filme, tudo isso tem uma lei específica dentro do sistema de propriedade intelectual, que é direito autoral. Software também é entendido como direito autoral, mas tem uma lei específica, dentro do sistema de propriedade intelectual. Além de propriedade industrial, direito autoral, software, tem ainda, por exemplo, cultivar, que está dentro do sistema de propriedade intelectual, mas nem é propriedade industrial, nem direito autoral, é diferente, chama-se cultivar, proteção para novas espécies vegetais.    É um conjunto de formas de proteção que unidos se chama sistema de propriedade intelectual. Por que não poderia ser único? Porque as criações são muito diferentes.      DCOM – Os temas relacionados à inovação e propriedade intelectual costumam estar relacionados às áreas de tecnologia. No entanto, pelo que a senhora falou, a propriedade intelectual abrange todas as áreas de conhecimento, incluindo a área de Humanas?   Maria Aparecida - Sim, abrange todas as áreas do conhecimento. Nós temos, por exemplo, softwares que ajudam muito na área médica, na área de saúde, na área educacional. Tudo isso pode se tornar inovação. Se eu criei uma propriedade intelectual aqui e está sendo útil para as pessoas, foi para a sociedade, a inovação está acontecendo. A gente fala muito em inovação tecnológica, mas a gente tem inovação social também. A gente pode falar de produto, de serviço. Tanto que eu trouxe um exemplo [para a palestra]. As pessoas muitas vezes imaginam que inovação é a criação só de coisas muito complexas e isso não é verdade. Um exemplo que eu trouxe é o clip, que já foi objeto de patente no passado. Depois, claro, a patente tem um período de vigência, cai em domínio público e todo mundo pode usar livremente para comercializar. Até hoje usamos o clip. Um objeto simples e que não foi substituído. Ou seja, nós não precisamos ter soluções mirabolantes para dizer que é uma propriedade ou para dizer que estamos promovendo inovação. Tem muitas formas de contribuir para inovação com coisas consideradas “simples”.    É importante lembrar que o sistema de propriedade intelectual é um fim, não é um meio. A propriedade intelectual é uma ferramenta para a inovação acontecer. Por exemplo, uma patente ou um registro de software. O que vai acontecer? Eu protegi, eu tenho a propriedade daquela criação, mas, se eu não licenciar ou se as pessoas não tiverem usufruindo livremente disso, a inovação não aconteceu. Então, eu tenho a propriedade, mas a inovação, de fato, não aconteceu.    A propriedade intelectual é ferramenta. A inovação pode ou não acontecer. Na área de Humanas, por exemplo, a gente tem vários trabalhos maravilhosos. No caso da USP, a gente tem roteiro de novela, filme, vídeos, peças. Temos também videoaulas. Temos materiais maravilhosos do pessoal da Filosofia e História. Todas essas criações não são patenteáveis, mas são tratadas pela Lei de Direito Autoral [Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998]. É facultativo o registro nesse caso. Mas você pode fazer o registro junto à Fundação Biblioteca Nacional. É mais uma prova da autorial em seu favor. E esse registro vai lhe permitir confirmar a sua autoria. E, no caso de alguém usar indevidamente, você vai à Justiça e fala “sou eu o autor, fui eu que desenvolvi isso e você não pode usar indevidamente”. Independente da área, a gente tem ferramentas de proteção.      DCOM - Em relação a questões práticas do registro, cada forma tem o seu modo específico?   Maria Aparecida – Cada uma está sob uma determinada legislação, de acordo com a natureza de criação. Patentes, no Brasil, são 20 anos. A proteção de uma máquina por patente é de 20 anos e eu não posso renová-la. Marca, por exemplo, são dez anos. Marca é o sinal que identifica. Por exemplo, UFCA. Aquele símbolo identifica a Universidade Federal do Cariri. Eu posso registrar. Aí não é patente, é registro de marca. Vale 10 anos. Nesse caso, eu posso renovar por mais dez. Você vê que são tratamentos distintos, porque são criações distintas.    O registro de software é facultativo. Mesmo que eu não registre, eu tenho direitos de ir à Justiça e brigar, se identificar que alguém está plagiando ou usando indevidamente. Só que registro de software me dá proteção por 50 anos. São alguns exemplos de prazos e tratamentos distintos.    DCOM - A Universidade Federal do Cariri é uma universidade recente. Está entre as novíssimas universidades do País. Recentemente se começou a produzir pesquisas, obras. Todas as produções são recentes. Queria que a senhora comentasse sobre os benefícios de uma universidade recente já estar preocupada com a questão da propriedade intelectual?   Maria Aparecida - O momento ideal é quando a gente começa. Estamos falando de pesquisa, de conhecimento, de coisas que são novas, de vanguarda. Não tem como falar disso e esquecer a proteção. Se não protegermos agora, lá na frente já passou, já divulgamos, não vamos mais atender aos requisitos. Independente do momento em que a universidade esteja, desenvolver a cultura de se importar com o tratamento dado ao resultado de pesquisa é muito importante. Isso independe se a gente está falando de gerar recursos financeiros ou não. Muitas vezes estamos em universidades públicas e pensamos “imagina, a universidade é pública. Não tem que patentear, não tem que proteger nada. Isso vai deixar as empresas mais ricas, e as pessoas não vão ter acesso”. Mas, veja, por exemplo, o caso das doenças negligenciadas. Se nós não protegêssemos, alguma empresa realmente poderia usar indevidamente e cobrar milhões. Eu posso patentear e licenciar gratuitamente para o Governo. Então, é saber usar a ferramenta em nosso favor. Como universidade pública, temos responsabilidade em fazer retornar para a sociedade o que a gente desenvolve aqui, porque, afinal, quem mantém as universidades federais e estaduais é a sociedade. Nada mais justo do que tentar retornar o investimento feito por todos. Acho que é uma responsabilidade nossa.    Por outro lado, as universidades têm políticas de inovação. A própria Lei de Inovação [Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004] fala que um pesquisador, um criador pode ter retorno. No caso da USP, se fez uma tecnologia e essa é licenciada, os inventores recebem 30% de tudo o que a USP receber. O departamento onde foi desenvolvido aquela pesquisa, também tem um percentual. A unidade também. Ou seja, todo mundo é estimulado e valorizado pelo seu trabalho. Claro que as universidades públicas não vão se manter com dinheiro de royalties de patentes ou de direitos autorais, mas é uma forma de valorizar e conseguir novos recursos para novas pesquisas, porque nós precisamos. A gente tem agência de fomento, mas a gente precisa de novos recursos para nunca pararem essas pesquisas, nunca ficarem atrasadas.    Eu acredito que vocês estão começando na hora certa. A universidade tem de definir logo de início como ela quer tratar os seus bens intangíveis, no caso, as propriedades intelectuais. Discutir com a comunidade qual a melhor forma, o que vocês vislumbram. Vão proteger tudo, não vão, qual será o modo de tratamento... Os Núcleos de Inovação Tecnológica, os NITs, que foram criados de acordo com a Lei de Inovação, são muito úteis. Os nossos pesquisadores não têm obrigação de saber tudo de patente, tudo de negócios, eles são pesquisadores. Mas eles precisam ter esse apoio da universidade para ajudá-los, quando eles gerarem alguma propriedade intelectual ou licenciamento e tiver parceiros interessados. A universidade precisa dessa estrutura. E agora é o momento, logo no início, para conseguir atender a essas expectativas.     ***Os pesquisadores da UFCA que tenham interesse em obter mais informações sobre o assunto devem entrar em contato com o Núcleo de Inovação Tecnológica da PRPI. E-mail: \n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.   Confira fotos do evento:    
A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPI), da Universidade Federal do Cariri (UFCA), em parceria com a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica do Cariri (Rede NIT/Cariri), promove o Encontro de Cooperação para a Inovação no próximo dia 8 de dezembro, no campus Juazeiro do Norte da UFCA. O evento é aberto para todas as instituições de ciência e tecnologia da região que tenham interesse em participar. 
A I Oficina de Física do Estado Sólido do Cariri prof. Josué Mendes Filho, realizada pelos grupos de Física Teórica e Computacional (GFTC) e de Pesquisa em Paleomateriais (Gpaleo), da Universidade Federal do Cariri (UFCA), foi aberta, na manhã desta segunda-feira, 6, com homenagem póstuma ao pesquisador que nomeia a oficina. O professor Josué Mendes Filho, que fez carreira na Universidade Federal do Ceará (UFC), faleceu em abril deste ano, após cinco décadas de dedicação ao avanço da Ciência e da Física no Ceará e em todo o Brasil. 
Na Universidade Federal do Cariri (UFCA), o Dia C da Ciência, mobilização nacional que envolveu as instituições de ensino superior com o objetivo de mostrar à sociedade a importância da produção de pesquisas, foi realizado dentro da programação da IV Mostra UFCA. Neste dia 25, seguindo calendário nacional, as atividades, realizadas no campus Juazeiro do Norte, contaram com observação das estrelas em telescópios, oficina de Astrofotografia, exibição de filmes, além de palestras científicas. As ações foram organizadas pelo Núcleo de Divulgação Científica da Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPI) da UFCA.
O III Encontro de Iniciação Científica, da Universidade Federal do Cariri (UFCA), iniciou nesta segunda-feira, 23, com a palestra “A pesquisa científica como fator de desenvolvimento”, ministrada pelo professor do departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Piauí (UFPI), João Batista Lopes. O evento ocorreu no auditório principal do campus Juazeiro do Norte. 
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