Saúde Coletiva

Atualizado em 09/09/2019 às 15h07

Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGCol)

  • Carga Horária: 480 horas
  • Tipo: Presencial
  • Duração: 24 meses
  • Vagas: 12
  • Campus: Barbalha
  • Coordenação: Prof. Milena Silva Costa

O curso de mestrado acadêmico do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da UFCA tem como principais objetivos: formar pesquisadores e docentes com visão crítica sobre a realidade em que estão inseridos e onde atuam, habilitados ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa, extensão e cultura no campo da Saúde Coletiva, com ênfase no fortalecimento e na execução das políticas públicas de saúde, educação, ambiente, trabalho e sustentabilidade, e nas relações ensino-serviço-comunidade, considerando sua interface com as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS); induzir e fomentar a realização de pesquisas no campo da Saúde Coletiva que contribuam para o desenvolvimento técnico-científico-social e da consciência ambiental, que potencializem racionalidades na atuação em saúde, pautadas nos princípios da promoção da saúde e da educação para a sustentabilidade, considerando a cultura, o trabalho, a interdisciplinaridade e a intersetorialidade. Apresenta-se com área de concentração em Saúde, Ambiente e Trabalho, dividindo-se em três linhas de pesquisa: Saúde e Ciclos de Vida; Saúde, Ambiente e Sustentabilidade; e Saúde, Educação e Trabalho.

Obs: Ressalta-se que a proposta do PPGCol está em processo de análise pela Comissão da CAPES. Com sua aprovação, a previsão do efetivo funcionamento do curso é para o semestre 2020.1.

PRPI/UFCA - Regimento Interno do Curso de Pos-Graduaçao Stricto Sensu em Saude Coletiva

Regimento Interno do Mestrado em Saúde Coletiva da UFCA.

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Ultima atualização: 2019-09-09 14:51:16

Seminários de Projetos em Saúde Coletiva

Carga horária: 16 horas

Professores: Milena Silva Costa

Ementa: Encontro dialógico para apoio e acompanhamento do processo de elaboração do projeto de dissertação e discussão dos seus objetivos, desenhos e técnicas pertinentes ao campo da saúde coletiva, a partir das linhas de pesquisa do Programa. Haverá a participação de orientadores, discentes, docentes e colaboradores convidados.

Bibliografia:

BASTOS, Lília da Rocha; PAIXÃO, Lyra; FERNANDES, Lucia Monteiro; DELUIZ, Neise. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, 2004. xii, 222p.

CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. Estrutura e apresentação de projetos, trabalhos acadêmicos, dissertações e teses. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2007. 139 p.

FERREIRA, Jaqueline; BRANDAO, Elaine Reis. Desafios da formação antropológica de profissionais de Saúde: uma experiência de ensino na pós-graduação em Saúde Coletiva. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 23, 2019.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6.ed. São Paulo, SP: Atlas, 2005.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2004. 269 p.

PAIM, J. S.; ALMEIDA-FILHO, N. Saúde Coletiva: teoria e prática. Rio de Janeiro: Medbook, 2014.

PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 383p.

POLAK, Ymiracy Nascimento de Souza; DINIZ, José Alves; SANTANA, José Rogério. Dialogando sobre metodologia científica. Fortaleza: Edições UFC, 2011. 177 p.

Interdisciplinaridade em Educação, Ambiente e Trabalho para Saúde

Carga horária: 48 horas

Professores: Francione Charapa Alves, Maria Rosilene Cândido Moreira, Maria do Socorro Vieira Lopes.

Ementa: Estuda as áreas de conhecimento interdisciplinar na saúde coletiva, experiências práticas interdisciplinares no cenário do ensino e dos serviços de saúde, processo de trabalho em saúde, formação profissional em saúde e suas relações com o ambiente de trabalho, tecnologias relacionais no processo de trabalho, promoção da saúde no ambiente laboral e no de formação profissional.

Bibliografia:

AMANCIO FILHO, Antenor; MOREIRA, M. Cecilia G. B. Saúde, trabalho e formação profissional. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, 1997.

BRITO, G.E.G; MENDES, A.C.G; SANTOS NETO, P.M. O objeto de trabalho na Estratégia Saúde da Família. Interface (Botucatu). Botucatu, v. 22, n. 64, p. 77-86, mar, 2018.

BRITO, Jussara. Saúde, trabalho e modos sexuados de viver. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. 179p

CECILIO, L. C. O. O trabalho em saúde. Rio de Janeiro: Cebes, 2012.

FARIA, H. P. et al. Processo de trabalho em saúde. 2. ed. Belo Horizonte: NESCON/UFMG, 2009.

FARIAS, D.N. et al. Interdisciplinaridade e interprofissionalidade na Estratégia Saúde da Família. Trabalho, Educação e Saúde. Rio de Janeiro, v. 16, n. 1, p. 141-162, abr, 2018.

INSTITUTO MATERNO INFANTIL DE PERNAMBUCO-IMIP. A Educação profissional em saúde e a realidade social. Recife, PE: 2001.

MERHY, E. E.; FRANCO, T. B. Trabalho, produção do cuidado e subjetividade em saúde: textos reunidos. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 2013.

MORSCHEL, A.; BARROS, M.E.B. Processos de trabalho na saúde pública: humanização e efetivação do Sistema Único de Saúde. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 23, n. 3, p. 928-941, set, 2014.

SANTOS, Renata Oliveira Maciel dos; ROMANO, Valéria Ferreira; ENGSTROM, Elyne Montenegro. Vínculo longitudinal na Saúde da Família: construção fundamentada no modelo de atenção, práticas interpessoais e organização dos serviços. Physis, Rio de Janeiro, v. 28, n. 2, 2018.

Estágio para Docência

Carga horária: 64 horas

Professores: Diego Coelho do Nascimento

Ementa: Conjunto de atividades de ensino superior, aplicadas em componentes curriculares da graduação na área de saúde coletiva, a ser realizado pelo aluno do mestrado, junto com o docente responsável do referido componente e supervisionado pelo docente do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva. Esse conjunto de atividades será composto por planejamento e organização de material didático, preparação de planos de aula, participação em aulas teóricas e práticas, orientação de alunos, avaliação das atividades didáticas, elaboração de relatório.

Bibliografia:

ANASTASIOU, L. G. C.; ALVES, L. P. Processos de Ensinagem na Universidade: Pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 3 ed. Joinville: UNIVILLE, 2004.

BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. 25 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

INSTITUTO MATERNO INFANTIL DE PERNAMBUCO-IMIP. A Educação profissional em saúde e a realidade social. Recife, PE: 2001.

LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2004.

LUCKESI, C.C. et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

MASETTO, M.T. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus, 2012.

MASETTO, M.T. Docência na universidade. 10 ed. Campinas: Papirus, 2009.

PINTO, T.R.; CYRINO, E.G. Profissionais de Saúde como professores: tensões e potências nas práticas de ensino na atenção primária a saúde. Cultura Acadêmica: São Paulo, 2014.

VASCONCELOS, Eymard Mourão; CRUZ, Pedro José Santos Carneiro (Org.). Educação popular na formação universitária: reflexões com base em uma experiência. São Paulo: Hucitec, 2013.

Epistemologia e Métodos de Pesquisa em Saúde Coletiva

Carga horária: 32 horas

Professores: Mirna Fontenele de Oliveira

Ementa: Reflexões sobre os conceitos de ciência, os tipos de conhecimento e sua importância para o desenvolvimento de pesquisas sociais. Posições filosóficas e teóricas e suas interfaces com a saúde coletiva. Problemas, questões, tipos e métodos de pesquisa. Ética na pesquisa. Possibilidades de pesquisas nos espaços das práticas em saúde coletiva.

Bibliografia:

BASTOS, Lília da Rocha; PAIXÃO, Lyra; FERNANDES, Lucia Monteiro; DELUIZ, Neise. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, 2004. xii, 222p.

CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. Estrutura e apresentação de projetos, trabalhos acadêmicos, dissertações e teses. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2007. 139 p.

FERREIRA, Jaqueline; BRANDAO, Elaine Reis. Desafios da formação antropológica de profissionais de Saúde: uma experiência de ensino na pós-graduação em Saúde Coletiva. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 23, e170686, 2019.

HABERMAS, Jürgen. O discurso filosófico da modernidade: doze lições. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2002. 540p.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6.ed. São Paulo, SP: Atlas, 2005.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2004. 269 p.

NAJAR, Alberto Lopes; MARQUES, Eduardo Cesar. Saúde e espaço: estudos metodológicos e técnicas de análise. Rio de Janeiro: Fiocruz, c1998. 274p.

PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 383p.

POLAK, Ymiracy Nascimento de Souza; DINIZ, José Alves; SANTANA, José Rogério. Dialogando sobre metodologia científica. Fortaleza: Edições UFC, 2011. 177 p.

VAITSMAN, Jeni; GIRARDI, Sabado. A Ciência e seus impasses: debates e tendências em filosofia, ciências sociais e saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. 209p

Epidemiologia e Análise de Dados em Saúde Coletiva

Carga horária: 32 horas

Professores: Evanira Rodrigues Maia, Estelita Lima Cândido.

Ementa: Discutir a aplicação das principais modalidades de análises de dados utilizadas na pesquisa científica. Analisar dados de pesquisas quantitativas e/ou qualitativas em saúde coletiva utilizando os programas estatísticos. Ferramentas para organização, sistematização e análise de dados qualitativos e quantitativos. Análise de dados demográficos, vitais, sociais, econômicos e de saúde disponíveis em sistemas de informações em saúde brasileiros.

Bibliografia:

ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística: teórica e computacional. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2009. xviii 438 p.

BANKS, M. Dados para pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artes Médicas. 2009.

CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre, RS: Artmed, 2003. 255 p.

MASSAD, Eduardo. Métodos quantitativos em medicina. Barueri, SP: Manole, 2004. xxvi, 561 p.

MEDRONHO, Roberto A. (Edt.). Epidemiologia. 2. ed. São Paulo, SP: Atheneu, 2009. xxii, 685 p.

PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 383p.

ROUQUAYROL, Maria Zelia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia e saúde. 7. ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2013. xv, 709 p.

WHEELAN, Charles. Estatística. O que é, para que serve, como funciona. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.

Docência do Ensino Superior

Carga horária: 32 horas

Professores: Francione Charapa Alves

Ementa: Descrição dos elementos constituintes do processo de ensino e aprendizagem. Planejamento, avaliação e técnicas de ensino na área da saúde coletiva. O ensino e sua relação com a pesquisa, a extensão e a cultura. Ética e as relações interativas na sala de aula.

Bibliografia:

ANASTASIOU, L.; ALVES, L. P. (Orgs.). Processos de ensinagem na universidade. 6. ed. Joinville, SC: UNIVILLE, 2006.

AUSUBEL, D. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. 1. ed. Lisboa: Plátano Editora, 2003.

BERBEL, N. A. N. Metodologia da Problematização: Experiências com Questões de Ensino Superior. Londrina: UEL, 1998.

BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. 25 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2004.

LUCKESI, C.C. et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

MAMEDE, S.; PENAFORTE, J. (org.). Aprendizagem baseada em problemas. Fortaleza: Hucitec, 2001.

MASETTO, M.T. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus,2012.

MASETTO, M.T. Docência na universidade. 10 ed. Campinas: Papirus, 2009.

VASCONCELOS, Eymard Mourão; CRUZ, Pedro José Santos Carneiro (Org.). Educação popular na formação universitária: reflexões com base em uma experiência. São Paulo: Hucitec, 2013.

Tópicos Avançados em Processos Patológicos

Carga horária: 32 horas

Professores: Claudio Gleidiston Lima da Silva

Ementa: Abordagem dos temas relacionados aos processos patológicos, que subsidiam pesquisas na área da saúde coletiva. Enfoque interdisciplinar das principais doenças de interesse clínico. Estado da arte sobre diagnóstico, terapêuticas e medidas preventivas das patologias agudas e crônicas prevalentes no Brasil.

Bibliografia:

BRASILEIRO FILHO, G. et al. Bogliolo Patologia. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.

CUSTERS, R. (ed.) Biosafety in the laboratory. 2.ed. Zwijnaarde (Belgium): VIB, 2002.

DAMJANOV, I.; LINDER, J. Anderson’s pathology. 10th edition. St. Louis: Mosby-Year Book, 1996.

DAVIS, J.M. (ed.) Basic cell culture – a practical approach. Oxford:IRL, 1996.

FRANCO, M.; MONTENEGRO, M.R.; BRITO, T.; BOGLIOLO – Patologia Geral – Geraldo Brasileiro Filho – 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.

FRANCO, M.; MONTENEGRO, M.R.; DE BRITO, T.; BACCHI, C.E. & CARDOSO DE ALMEIDA, P. – Patologia. Processos gerais. 6ª ed. São Paulo: Atheneu, 2015.

KUMAR, V.; ABBAS, A.K; ASTER, J.C. Robbins & Cotran Patologia. Bases Patológicas das Doenças. 9 ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2016.

ROBBINS & COTRAN et al. Patologia. Bases Patológicas das Doenças. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

Tópicos Especiais em Saúde Coletiva

Carga horária: 32 horas

Professores: Milena Silva Costa

Ementa: Estuda temas que articulam as linhas de pesquisa do mestrado em saúde coletiva e que contribuem para o aprofundamento do conhecimento do grupo de alunos.

Bibliografia:

As referências serão indicadas conforme tema selecionado para a disciplina.

Sustentabilidade e Políticas Públicas

Carga horária: 64 horas

Professores: Diego Coelho do Nascimento, José Ferreira Lima Junior.

Ementa: Cenários históricos, políticos e sociais em saúde e sua relação com a sustentabilidade. Modelos e estratégias de sustentabilidade. As políticas públicas brasileiras e a problemática da sustentabilidade local e regional. Processo de planejamento e implementação de sustentabilidade e políticas públicas.

Bibliografia:

ALMEIDA, F. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

BELLEN, H.M. Indicadores de Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2005.

CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. A Saúde pública e a defesa da vida. São Paulo, SP: Hucitec, 2006. 175 p.

CARVALHO, Guido Ivan de; SANTOS, Lenir. Sistema Único de Saúde: comentários à Lei Orgânica da Saúde: Leis n. 8.080/90 e 8.142/90. 4. ed. rev. E atual. São Paulo, SP: UNICAMP, c2006. 271 p.

CAVALCANTI, C. (Org.) Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. 3ª Edição, São Paulo, Cortez, Recife. Fundaçao Joaquim Nabuco, 2002.

CORREIA, Maria Valéria Costa. Que controle social? os conselhos de saúde como instrumento. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000. 162 p.

GIOVANELLA, Lígia et al. (orgs.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. 2. ed., rev. e ampl. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2014.

MERHY, Emerson Elias. A Saúde pública como política: São Paulo, 1920-1948, os movimentos sanitários, os modelos tecno-assistenciais e a formação das políticas governamentais. 2. ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2006. 221 p.

SALUD y equidad: una mirada desde las ciencias sociales. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000.

SILVEIRA, M.; PADILHA, J. B. D.; SCHNEIDER, M.; AMARAL, P. S. T.; CARMO, T. F. M.; FRANCO NETTO, G.; ROHLFS, D. R. Perspectiva da avaliação de impacto à saúde nos projetos de desenvolvimento no Brasil: importância estratégica para a sustentabilidade. Cad. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.20, n.1, p. 57-63, jan./mar.2012. 21

Saúde, Ambiente e Sustentabilidade

Carga horária: 64 horas

Professores: Diego Coelho do Nascimento, Maria do Socorro Vieira Lopes

Ementa: Estudo dos programas e estratégias de ações e controle das principais doenças e agravos à saúde da população, relacionados ao meio ambiente. Análise da relação da saúde humana, ambiente e as dimensões da sustentabilidade. A sustentabilidade como perspectiva de promoção à saúde ambiental e humana.

Bibliografia:

ALMEIDA, F. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

BELLEN, H.M. Indicadores de Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2005.

DALTRO FILHO, J. Saneamento ambiental: doença, saúde e o saneamento da água. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, 332p. 2004.

DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2009.

LOURES, R.C.R. Educar e inovar na sustentabilidade. Curitiba: UNINDUS, 2008.

Minayo MCS. Saúde e ambiente: uma relação necessária. In: Campos GWS, organizador. Tratado de Saúde Coletiva São Paulo: Hucitec; 2007. p. 81-109.

MONTEIRO, A. M. V. ; HACON, S. S. . As Mudanças Ambientais e Climáticas e o Papel do Setor Saúde. Prática Hospitalar (Online), v. XIV, p. 26-29, 2012.

PHILIPPI JR., A & PELICIONI, M.C.F. (Eds.). Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri SP: Manole. 2005, 878p.

SILVEIRA, M.; PADILHA, J. B. D.; SCHNEIDER, M.; AMARAL, P. S. T.; CARMO, T. F. M.; FRANCO NETTO, G.; ROHLFS, D. R. Perspectiva da avaliação de impacto à saúde nos projetos de desenvolvimento no Brasil: importância estratégica para a sustentabilidade. Cad. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.20, n.1, p. 57-63, jan./mar.2012. 21.

Saúde e Ciclos de Vida

Carga horária: 64 horas

Professores: Milena Silva Costa

Ementa: O processo das etapas do ciclo vital, numa perspectiva biológica, social, psicológica e cultural. O processo saúde-doença nas diversas fases do ciclo vital. Aspectos conceituais e organizativos das práticas desenvolvidas pelos profissionais de saúde voltados para os ciclos de vida. Atenção à saúde nas diferentes fases do ciclo de vida individual e familiar. Investigações científicas sobre as diversas etapas do ciclo vital.

Bibliografia:

DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2013. xxiv, 1952 p.

FREITAS, Elizabete Viana de,; PY, Lígia (Ed.). Tratado de geriatria e gerontologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. xliii, 1651 p.

GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Cerrati. (Org.). Tratado de medicina da família e comunidade: princípios, formação e prática. Porto Alegre: Artmed, 2012. 2V, xiv, 2200 p.

HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. 5. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009. 431 p.

KLIEGMAN, Robert M. et al. Nelson Tratado de Pediatria. 19. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 1238 p.

MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende obstetrícia fundamental. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. 1002 p.

PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araújo de ((org)). Construção da integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: IMS/UERJ, Abrasco, 2005. 226 p.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria. Barueri: Manole, 2014. 2v.

STERNBERG, Robert J. Psicologia cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 2000. ix, 494p.

TRATADO de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo, SP: Hucitec, Rio de Janeiro, RJ: FIOCRUZ, 2006. 871 p

Prevenção de Agravos e Promoção da Saúde do Trabalhador

Carga horária: 64 horas

Professores: Maria Rosilene Cândido Moreira, Francisco Elizaudo de Brito Junior.

Ementa: Aspectos conceituais e metodológicos em saúde do trabalhador. Perfil dos principais agravos e doenças ocupacionais no Brasil. Estudo de políticas e programas nacionais e internacionais da saúde do trabalhador. Atuação da equipe interdisciplinar de saúde na promoção da saúde, prevenção e controle de acidentes e doenças laborais

Bibliografia:

BRASIL Ministério da Saúde; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2001. 580 p

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. – 3. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010.

BRITO, Jussara. Saúde, trabalho e modos sexuados de viver. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. 179p

COSTA, Danilo; LACAZ, Francisco Antonio de Castro; JACKSON FILHO, José Marçal; VILELA, Rodolfo Andrade Gouveia. Saúde do Trabalhador no SUS: desafios para uma política pública. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v. 38, n. 127, p. 11-21, jan./jun. 2013.

DALDON, Maria Teresa Bruni; LANCMAN, Selma. Vigilância em Saúde do Trabalhador: rumos e incertezas. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v. 38, n. 127, p. 92-106, jan./jun. 2013.

GOMEZ, Carlos Minayo; VASCONCELLOS, Luiz Carlos Fadel de; MACHADO, Jorge Mesquita Huet. Saúde do trabalhador: aspectos históricos, avanços e desafios no Sistema Único de Saúde. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 23, n. 6, p. 1963-1970, jun. 2018.

PICHON-RIVIERE, Enrique. O processo grupal. 7. ed. Sao Paulo: Martins Fontes, 2005. 286 p.

PORTO, Marcelo Firpo de Souza; MACHADO, Jorge Mesquita Huet. Acidentes industriais ampliados: desafios e perspectivas para o controle e a prevenção. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000.

Métodos Quantitativos

Carga horária: 48 horas

Professores: Maria Rosilene Cândido Moreira, Antonio Germane Alves Pinto

Ementa: Abordagem das correntes teóricas que investigam pesquisas quantitativas em saúde. Noções básicas de softwares estatísticos utilizados em pesquisas com abordagem quantitativa. Instrumentos de coleta de dados. Testes estatísticos. Estatística e probabilidade aplicada aos estudos em saúde coletiva. Descrição, interpretação e análise dos dados. Divulgação dos resultados. Aspectos éticos da pesquisa com abordagem quantitativa.

Bibliografia:

ALMEIDA FILHO, Naomar de; BARRETO, Mauricio Lima. Epidemiologia e saúde: fundamentos, métodos, aplicações. 1. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2011. 699p.

ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística: teórica e computacional. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2009. xviii 438 p. CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre, RS: Artmed, 2003. 255 p.

HULLEY, Stephen B. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica. 3. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. 384 p.

JEKEL, James F.; ELMORE, Joann G.; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. viii, 432 p.

MASSAD, Eduardo. Métodos quantitativos em medicina. Barueri, SP: Manole, 2004. xxvi, 561 p.

MEDRONHO, Roberto A. (Edt.). Epidemiologia. 2. ed. São Paulo, SP: Atheneu, 2009. xxii, 685 p.

PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 383p.

ROUQUAYROL, Maria Zelia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia e saúde. 7. ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2013. xv, 709 p

VERAS, Renato P. ASSOCIACAO BRASILEIRA DE POS-GRADUACAO EM SAUDE COLETIVA. Epidemiologia: contextos e pluralidade. Rio de Janeiro: Fiocruz: 1998. 166 p

Métodos Qualitativos

Carga horária: 48 horas

Professores: Mirna Fontenele de Oliveira

Ementa: Análise das linhas de pensamento no campo da pesquisa social. Métodos utilizados em pesquisas de abordagem qualitativa no campo da saúde coletiva. Instrumentos de coleta de dados e técnicas de análise utilizadas nos métodos qualitativos. Aspectos éticos da pesquisa social na área da saúde.

Bibliografia:

ANGROSINO, M. Etnografia e observação participação. Porto Alegre: Artes Médicas. 2009.

BANKS, M. Dados para pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artes Médicas. 2009.

BARBOUR, R. S. Grupos Focais. Porto Alegre: Artes Médicas. 2009.

BAUER, M. W.; GASKEL, G. (Orgs.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Um manual prático. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2015.

DENZIN, N. K; LINCOLN, Y. S. (Orgs.). O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

FLICK, U. Desenho de pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artes Médicas. 2009.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

GIL, AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

MINAYO; M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em Saúde. 13 ed. São Paulo: Hucitec, 2013.

POPE, C.; MAYS, N. (Orgs.). Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2009.

Libras Aplicada à Saúde

Carga horária: 16 horas

Professores: Evanira Rodrigues Maia

Ementa: Aborda os aspectos históricos, sociais e linguísticos da comunidade surda. Direitos da pessoa surda. Inclusão da pessoa surda nos serviços de saúde. Estratégias e ferramentas utilizadas para interpretação de Libras, aplicadas pelos profissionais nos serviços de saúde. Prática de conversação em Libras com usuários do SUS.

Bibliografia:

ESTELITA, M. Elis – Escrita das Línguas de Sinais. Petrópolis: Arara Azul, 2007.

LACERDA, C. B. F. de. O intérprete de língua de sinais no contexto de uma sala de aula de alunos ouvintes: problematizando a questão. In: LACERDA, C.B.F. de; GÓES, M. C. R. de (Org.). Surdez: Processo Educativos e Subjetividade. São Paulo: Editora Lovise, 2000. p. 51-84.

LIILO-MARTIN, D. Estudos de aquisição de línguas de sinais: passado, presente e futuro. In: QUADROS, R. M.; VASCONCELLOS, M. L. B. (Org.). Questões teóricas das pesquisas em línguas de sinais. Petrópolis, RJ: ED. Arara Azul, 2008, p. 199-218.

SACKS, O. Vendo vozes – uma viagem ao mundo dos surdos. 5 ed. São Paulo: Schwarcz ltda, 2005.

SASSAKI, R. K.. Inclusão – Construindo uma sociedade para todos. 7 ed. Rio de Janeiro: WVA, 2006.

SKLIAR, C. Educação e exclusão. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2001.

Gênero, Saúde e Violência

Carga horária: 64 horas

Professores: Elaine de Jesus Souza, Grayce Alencar Albuquerque

Ementa: Aborda o processo histórico de formação da identidade de gênero na saúde brasileira atual e analisa as repercussões das questões de gênero na saúde individual e coletiva, com destaque para a violência.

Bibliografia:

ADORNO, S. Crime, justiça penal e desigualdade jurídica: as mortes que se contam no tribunal do júri.Revista USP, São Paulo, n. 21, p. 132151, mar./abr./maio 1994.

AMERICAS WATCH. Criminal injustice. Violence against women in Brazil. New York: Human Rights Watch, 1991.

BANDEIRA, L. Avançar na transversalidade da perspectiva de gênero nas políticas públicas. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, 2005.

BRASIL. Presidência da República. Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Plano Nacional de Políticas para Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, 2004.

BRASIL. Presidência da República. Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. I Conferência Nacional de Políticas para Mulheres Anais. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, 2004.

BRASIL. Presidência da República. Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Sua vida recomeça quando a violência termina: balanço das ações 2003-2005. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, 2005.

CASTILLOMARTIN, M.; OLIVEIRA, S. de (org.). Marcadas a ferro. Violência contra a mulher: uma visão interdisciplinar. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, 2005.

DEBERT, G. Arena de Conflitos éticos nas Delegacias Especiais de Polícia. Primeira Versão, Campinas, n. 114, nov. 2002.

DORA, D. D. (org.). Feminino Masculino: igualdade e diferença na justiça. Porto Alegre: Sulina, 1997.

FARAH, M. F. S. Gênero e políticas públicas. Revista Estudos Feministas, v. 12, n.1, jan./ab. 2004, p.4771.

GIFFIN, K. Violência de gênero, sexualidade e saúde. Cadernos de Saúde Pública, v. 10 (sup), 1994, p.146155.

GREGORI, M. F. Cenas e Queixas. Um Estudo sobre Mulheres, Relações Violentas e a Prática Feminista. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra ANPOCS, 1993.

GROSSI, M. P. Novas / velhas violências contra a mulher no Brasil. Revista Estudos Feministas, v. 1, 1994, p.462472.

IZUMINO, W. P. Justiça e violência contra a mulher. O papel do sistema judiciário na solução de conflitos de gênero. São Paulo: Annablume / FAPESP, 1998.

KANT DE LIMA, R. Polícia, Justiça e Sociedade no Brasil: uma abordagem comparativa dos modelos de administração de conflitos no espaço público. Revista de Sociologia e Política, Curitiba, n. 13, p. 23–38, nov. 1999.

MOREIRA, M. I. C.; RIBEIRO, S. F.; COSTA, K. F., 1992. Violência contra a mulher na esfera conjugal: jogo de espelhos. In: COSTA, A.; BRUSCHINI, C. (org.). Entre a Virtude e o Pecado.

Rio de Janeiro / São Paulo: Ed. Rosa dos Tempos/ F. Carlos Chagas, 1992, p. 169190.

PAIXÃO, A. L.; BEATO F., C. C. Crimes, vítimas e policiais. Revista de Sociologia da USP, v. 9, n. 1, maio 1997.

SAFFIOTI, H. I. B. Violência de Gênero no Brasil Contemporâneo. In: SAFFIOTI, H. I.B.; MUÑOZ, M. (org.). Mulher Brasileira é assim. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos: NIPAS; Brasília: UNICEF, 1994.

SENTOSÉ, J. T. (org.) Prevenção da violência: o papel das cidades. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

SOARES, B. M. Enfrentando a violência contra a mulher. Orientações práticas para profissionais e voluntários (as). Brasília: CESEC / Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, 2005.

SUÁREZ, M.; BANDEIRA, L. Gênero e criminalidade no Distrito Federal. Brasília: Ed. Paralelo, 1998.

SUÁREZ, M.; BANDEIRA, L. Violência, gênero e crime no Distrito Federal. Brasília: Ed. Paralelo 15; Ed. Universidade de Brasília, 1999.

Estudos Pré-Clínicos em Saúde Coletiva

Carga horária: 32 horas

Professores: Maria do Socorro Vieira Gadelha

Ementa: Processo saúde-doença. Ensino-aprendizagem em parasitologia clínica e doenças infeciosas. Aspectos clínicos, epidemiológicos, diagnósticos, terapêuticos e preventivos das doenças infecciosas e parasitárias, com ênfase nas doenças tropicais mais frequentes nas regiões brasileiras e suas implicações para a saúde da população.

Bibliografia:

BOGITSH, Burton J.; CARTER, Clint E.; OELTMANN, Thomas N. Human parasitology. 4 ed. Waltham, MA: Elsevier Academic Press, 2013. xvi, 430p.

BRASIL Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso . 8. ed. rev. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2010. 448 p.

DE CARLI, Geraldo Attilio; VAZ, Adelaide J.; BENDER, Ana Ligia. Parasitologia Clinica: seleção de métodos e técnicas de laboratório para o diagnostico das parasitoses humanas. São Paulo: Atheneu, 2001. 810p.

FERREIRA, Antonio Walter; ÁVILA, Sandra do Lago Moraes de (Edt.). Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e autoimunes, correlação clínico-laboratorial . 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2001. 443p.

FERREIRA, Marcelo Urbano. Parasitologia Contemporânea. Rio de Janeiro: Guanabara

Koogan, 2012. x, 223 p.

NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 13. ed. São Paulo, SP: Atheneu, 2016. 546 p.

REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2010.

REY, Luís. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 856 p.

REY, Luís. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais . 4. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2008. xiv, 883 p.

Ergonomia e Promoção da Saúde

Carga horária: 32 horas

Professores: Mirna Fontenele de Oliveira

Ementa: Estudo sobre os pilares da ergonomia física, organizacional e cognitiva. Aspectos legais e regulamentadores da ergonomia no ambiente de trabalho. Análise ergonômica do trabalho e suas repercussões no corpo do trabalhador. Estratégias de adequação do trabalho conforme a ergonomia da atividade. Programas de promoção da saúde no espaço laboral.

Bibliografia:

ABRAHÃO, Júlia et al. Introdução à Ergonomia – da Prática à Teoria. São Paulo: Blücher, 2009.

BERNARD, Weerdmeester; DUL, Jan. Ergonomia Prática. 2 ed. São Paulo: Blücher, 2004.

BRASIL Ministério da Saúde; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde . Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2001. 580 p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. – 3. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010.

BRASIL, Ministério do Trabalho. Manual de legislação, segurança e medicina do trabalho. 71. ed. São Paulo: Atlas, 2013.

COSTA, Danilo; LACAZ, Francisco Antonio de Castro; JACKSON FILHO, José Marçal; VILELA, Rodolfo Andrade Gouveia. Saúde do Trabalhador no SUS: desafios para uma política pública. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v. 38, n. 127, p. 11-21, jan./jun. 2013.

COUTO, Hudson de Araújo. Ergonomia Aplicada ao Trabalho – Conteúdo básico – guia prático. ERGO Editora , 1ª edição, 2007.

CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. São Paulo: Novatec, 2007.

DUL, J. e WEERDMEESTER, B. Ergonomia Prática. 2ª edição, 2004. Editora Edgard Blücher Ltda.

LIMA, Deise Guadelupe de. Ginástica laboral: metodologia de implantação de programas com abordagem ergonômica. São Paulo: Fontoura, 2004.

Educação Profissional e Tecnológica em Saúde Coletiva

Carga horária: 32 horas

Professores: Francione Charapa Alves

Ementa: Principais aportes teóricos sobre currículos. As diretrizes curriculares dos cursos da área da saúde. Educação à distância. Estratégias pedagógicas com uso de tecnologias de informação e comunicação em educação para saúde coletiva. Ambientes virtuais de aprendizagem. Estado da arte da formação de professores em saúde coletiva. Construção de diferentes competências profissionais de um professor de saúde coletiva.

Bibliografia:

ANDRÉ, M. E. D. A. Formação de professores: a constituição de um campo de estudos.

Educação, Porto Alegre, v.33, p.6-18, set./dez. 2010.

BARRETO R. G. (org.). Tecnologias educacionais e educação a distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2001.

BORBA, M. C; MALHEIROS, A. P.S; ZULLATO, R. B.A. Educação a distância online. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília, 2014.

COLL, C.; MONEREO, C.. Psicologia da Educação Virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010.

DAY, C. Desenvolvimento Profissional de Professores: Os desafios da aprendizagem permanente. Porto: Porto Editora, 2001.

KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2008.

REALI, A.; MILL, D. (orgs.). Educação a Distância e Tecnologias Digitais: reflexões sobre sujeitos, saberes, contextos e processos. São Carlos: EdUFSCar, 2014.

SANCHO, J. M.; HERNÁNDEZ, F. e colaboradores. Tecnologias para transformar a educação. Porto Alegre: Artmed, 2006.

SILVA, M. (org.). Formação de professores para docência on-line. São Paulo: Loyola, 2012.

TEDESCO, J. C. (org.). Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo: Cortez; Buenos Aires: Instituto Internacional de Planeamiento de la Educación; Brasília: UNESCO, 2004.

Bioética e Produção de Pesquisa envolvendo Seres Humanos

Carga horária: 32 horas

Professores: Claudio Gleidiston Lima da Silva

Ementa: História da bioética e seus princípios. Ética em pesquisa com seres humanos e animais. Diretrizes nacionais e internacionais das pesquisas com seres humanos e animais. O processo de consentimento para participação em pesquisa. Sistema CEPs/CONEP e plataforma Brasil. Compromissos pós-pesquisa. Plágio na pesquisa científica. A bioética e as questões éticas das pesquisas na área da saúde coletiva. Os fundamentos da ética aplicada à pesquisa de populações socialmente vulneráveis.

Bibliografia:

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466 de 13 de junho de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, DF, 13 jun 2012.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 510 de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis às pesquisas em ciências humanas e sociais. Brasília, DF, 7 abr 2016.

DINIZ, Debora; GUILHEM, Dirce. O que é bioética. São Paulo: brasiliense, 2002. 69 p.

DURAND, Guy. Introdução geral à bioética: história, conceitos e instrumentos. São Paulo, SP: Ed. do Centro Universitário São Camilo: Edições Loyola, 2003. 431 p.

GARRAFA, V. Bioética, interdisciplinaridade e prática clínica. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008.

GARRAFA, Volnei; MELLO, Dirceu Raposo de; PORTO, Dora. Bioética e Vigilância Sanitária. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2007. 143 p.

LAKATOS, M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: atlas, 2010.

PESSINI, Leocir; BARCHIFONTAINE, Christian de Paul. Problemas atuais de bioética. 7. ed. São Paulo, SP: Centro Universitário São Camilo: Loyola, 2005. 579 p.

Abordagem Sociocultural da Educação Sexual

Carga horária: 48 horas

Professores: Elaine de Jesus Souza

Ementa: Problematização do conceito e principais abordagens da Educação Sexual; Estudos Culturais pós-estruturalistas. Gênero, sexualidade e corpo na perspectiva intercultural com interface em saúde e direitos humanos. Conceitos chave: Pluralidade Cultural, heteronormatividade, masculinidades e feminilidades, diversidade sexual, homofobia, relações de poder e hierarquias de gênero, preconceito, discriminação e violências.

Bibliografia:

FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade 1: a vontade do saber. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2015.

______. História da Sexualidade 2: o uso dos prazeres. São Paulo: Paz e Terra, 2014a.

______. A História da Sexualidade 3: o cuidado de si. São Paulo: Paz e Terra, 2014b.

FURLANI, Jimena. Mitos e tabus da sexualidade humana: subsídios ao trabalho em educação sexual. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

______. Educação sexual na sala de aula: relações de gênero, orientação sexual e igualdade étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes; FELIPE, Jane; GOELLNER, Silvana Vilodre (Org.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. p. 30-42.

HALL, Stuart. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções de nosso tempo. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 22, n. 2, p. 15-46, jul./dez. 1997.

LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997. 179 p.

______. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. p. 07-34.

MEYER, Dagmar Elisabeth Estermann. Corpo, Violência e Educação: uma abordagem de gênero. In: JUNQUEIRA, Rogério Diniz (Org.). Diversidade sexual na educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, UNESCO, 2009. p. 213-234.

______. Abordagens pós-estruturalistas de pesquisa na interface educação, saúde e gênero: perspectiva metodológica. In: MEYER, Dagmar Estermann; PARAÍSO, Marlucy Alves. (Org.).

Metodologias de pesquisas pós-críticas em educação. 2. ed. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2014. p. 49-63.

MILLER, A. M.; VANCE, C. S. Sexuality, Human Rights, and Health. Health and Human Rights, v. 7, n. 2, p. 5-15, 2004.

NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 8, n. 2, 2000.

SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil para análise histórica. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 71-99, jul./dez. 1995.

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