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UFCA promove lançamento de livro documental sobre a cultura caririense

Terça, 18 Abril 2017 17:26

O livro “Territórios Criativos”, fruto de um projeto da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Secretária de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Universidade Federal do Cariri (UFCA), será lançado nesta quarta-feira, 19, às 17h, no mini-auditório da UFCA. Na ocasião, haverá participação dos mestres das culturas tradicionais do Cariri, agentes culturais e pesquisadores.

“Territórios Criativos” é um livro que documenta os resultados do projeto “Prospecção e Capacitação em Territórios Criativos” que atuou em quatro eixos culturais brasileiros buscando desenvolver e dar visibilidade às culturas populares específicas do país. Além do Cariri, fazem parte do projeto os municípios fluminenses de Paraty e de Quissamã, e o bairro carioca de Madureira. A pesquisa foi coordenada pelo professor da UFF e pesquisador de Cultura Popular, Leonardo Guelman, que já tinha uma antiga ligação com a cultura do Cariri antes de ser o coordenador geral do projeto.

No Cariri, o projeto começou em 2013, com o intuito de promover e fortalecer práticas criativas vinculados às expressões culturais de herança regional, definidos também em quatro frentes específicas de atuação: o fortalecimento do Centro Mestre Noza, a Lira Nordestina de Juazeiro do Norte, mestres e brincantes de tradição do Crajubar e a potencialização do Sítio Caldeirão.

A UFCA, através do Observatório Cariri de Políticas e Práticas Culturais da PROCULT, contribuiu com o estudo selecionando estudantes para fazer o mapeamento e coleta de dados desses grupos para formação de um banco de dados. Rogê Venâncio, bolsista do curso de Design de Produto, atuou de perto no projeto, fazendo pesquisas e promovendo indumentárias de três grupos específicos de reisado.

No ano passado, o projeto realizou o I e o II Encontro de Saberes dos Territórios Criativos na região do Cariri, com palestras, mesas redondas, demonstrações culturais, relatos de ações desenvolvidas e outras atividades.

“O livro está muito bacana. A qualidade das fotos, dos textos estão bonitas. Tem muitos artigos publicados das pessoas envolvidas. É um belo registro do projeto”, comentou Rogê.

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